1. INTRODUÇÃO
2. EPIDEMIOLOGIA
a. Impacto epidemiológico e social da hepatite C
b. Vias de contágio
c. Transfusão de sangue e derivados
d. Transplante de órgãos e tecidos
e. Uso de drogas ilícitas
f. Cocaína intranasal
g. Hemodiálise
h. Exposição ocupacional
i. Outros riscos de exposição percutânea
j. Transmissão perinatal
k. Transmissão sexual
(1) Parceiros heterossexuais monogâmicos
(2) Profissionais do sexo
(3) Homens que fazem sexo com homens
l. Importância do genótipo e sua distribuição
3. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
a. Testes indiretos e diretos
b. Infecção aguda e acidente perfurocortante
c. Transmissão vertical
d. Infecção crônica
e. Acompanhamento da terapêutica
4. DIAGNÓSTICO ANATOMOPATOLÓGICO DAS HEPATITES VIRAIS
Biópsia hepática
5. TRATAMENTO DA HEPATITE POR VHC
a. Quem deve ser tratado
b. Quem não deve ser tratado
c. Terapia mais efetiva
d. Tratamento da hepatite C aguda
6. TERAPIA DA HEPATITE C - PACIENTES DIFÍCEIS DE TRATAR
a. Definições de objetivos e resposta ao tratamento
b. Fatores limitantes: pacientes difíceis de tratar
c. Terapia em pacientes difíceis
(1) Populações marginais e especiais
(2) Terapia em hepatopatia avançada
(3) Doenças concomitantes
(4) Terapia em não-respondedores e recidivantes
a. Custo-benefício
b. Fatores modificadores da evolução da doença
7. TRANSPLANTE HEPÁTICO E HEPATITE POR VHC
8. ABORDAGEM DOS PACIENTES CO-INFECTADOS POR VHC-HIV
a. Diagnóstico laboratorial
b. Biópsia hepática
(1) Critérios para indicação da biópsia hepática
c. Tratamento
(1) Critérios de indicação do tratamento
(2) Critérios de contra-indicação do tratamento
(3) Rotina de monitoramento ambulatorial
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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