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| AmBisome® Injetável - Anfotericina Liposomal Liofilizada |
"Informações Resumidas do Produto"
Nome genérico(DCB) - Anfotericina B. Forma farmacêutica e de apresentação: Fr-ampola Liofilizado - caixa com 10 fr-amp. Cada frasco contém: 50 mg de Anfotericina B B.P. encapsulada em liposomas. USO PEDIÁTRICO E ADULTO.Informações a pacientes: Conservar o medicamento entre 2 e 8ºC, ao abrigo da luz. Não congelar. Prazo de validade - verificar a data no cartucho e rotulagem interna. Não utilizar o medicamento após o vencimento de seu prazo de validade. Gravidez - AmBisome® deve ser administrado durante a gravidez apenas se os possíveis benefícios forem superiores ao risco em potencial envolvido. A lactação deve ser interrompida durante um possível tratamento. Cuidados de Administração: Esse medicamento é de uso exclusivamente hospitalar e deve ser utilizado de acordo com as instruções de uso contidas nesta bula. Todos os medicamentos devem ser mantidos em local seguro e fora do alcance das crianças. Não tome remédio sem o conhecimento de seu médico. pode ser perigoso para a sua saúde.Apresentação: AmBisome® para injeção é um produto liofilizado estéril para infusão endovenosa. Cada frasco ampola contém 50 mg de anfotericina B, U.S.P., Ph. Eur. encapsulada em lipossomas cuja constituição é de aproximadamente 213 mg de fosfatidilcolina de soja hidrogenada, 52 mg de colesterol, U.S.N.F., 84 mg de distearoilfosfatidilglicerol, 0,64 mg de alfa tocoferol, U.S.P., Ph. Eur., além de 900 mg de sacarose, U.S.P., Ph. Eur., 27 mg de succinato dissódico hexahidratado como tampão. Os lipossomas são vesículas esféricas, fechadas formadas por uma variedade de substâncias anfofílicas tais como os fosfolipídios. Os fosfolipídios se arranjam entre si em uma membrana de dupla camada quando expostos a soluções aquosas. A parte lipofílica da molécula de anfotericina B permite que a droga se arranje entre a dupla camada dos lipossomas. FARMACOLOGIA CLÍNICA: A anfotericina B é um antibiótico macrocíclico, poliênico, com atividade antifúngica produzido por Streptomyces nodosus. É uma droga fungistática ou fungicida dependendo da concentração alcançada nos fluídos corporais e da susceptibilidade dos fungos. Seu mecanismo de ação é parcialmente devido à sua ligação com um esterol (ergosterol) presente na membrana do fungo sensível, que resulta em mudança na permeabilidade de membrana, permitindo vazamento dos componentes celulares. As membranas de células de mamíferos também contém esteróis tais como o colesterol ao qual a anfotericina B tem menos afinidade de ligação que o ergosterol. Tem-se sugerido que os danos às células humanas e fúngicas causados pela anfotericina B podem compartilhar mecanismos comuns. AmBisome® é a anfotericina B lipossomal. Os lipossomas são vesículas esféricas, fechadas, formadas quando certos lipídios polares, tais como os fosfolipídios e o colesterol são dispersos em água. Os fosfolipídios se arranjam em membranas duplas únicas ou múltiplas concêntricas, quando expostos e homogeneizados em soluções aquosas. AmBisome® é um lipossoma com uma única camada dupla, onde a droga se liga à membrana num complexo de cargas com o distearoilfosfatidilglicerol. Os lipossomas têm aproximadamente 60 nm de diâmetro. AmBisome® pode se manter intacto na circulação por períodos de tempo prolongados e se distribui na forma de lipossomas intactos nos tecidos onde infecções fúngicas podem ocorrer. Tanto o AmBisome® quanto os lipossomas com a mesma composição lipídica se associam preferencialmente com a superfície externa da parede da célula fúngica. AmBisome® age primeiramente ligando-se à parede externa do fungo, com subseqüente liberação da droga. Na liberação, supõe-se que a droga se transfira à membrana da célula fúngica rica em ergosterol, pela qual tem alta afinidade. A interação com o fungo ocorre tanto dentro quanto fora dos macrófagos, e acredita-se que seja mediada enzimaticamente. INDICAÇÕES E USOS: AmBisome® é indicado no tratamento de micoses profundas e/ou sistêmicas severas onde a toxicidade (particularmente nefrotoxicidade) impossibilita o uso da anfotericina B convencional sistêmica em doses efetivas. AmBisome® é também indicado no tratamento de infecções fúngicas sistêmicas em pacientes imunocomprometidos (como no caso de pacientes com AIDS ou câncer). AmBisome® é indicado na terapia primária da leishmaniose visceral em parcientes imunocompetentes tanto em adultos como em crianças. Em pacientes imunocomprometidos (ex. pacientes HIV positivos), AmBisome® é também indicado como terapia primária de leishmaniose visceral. As infecções tratadas com sucesso com AmBisome® incluem: candidíase disseminada, aspergilose, mucormicose, micetoma crônico, leishmaniose e meningite criptococócica. Esta droga não deve ser usada no tratamento das formas clinicamente inaparentes de doenças fúngicas, as quais apresentem somente testes sorológico ou de pele positivos. CONTRA-INDICAÇõES: AmBisome® é contra-indicado em pacientes que apresentaram hipersensibilidade a qualquer constituinte da formulação, a não ser que, na opinião do médico, a situação a ser tratada ofereça perigo de vida e possa ser tratada apenas por AmBisome®. Uso durante Gravidez e Lactação: Ainda não foi estabelecido se AmBisome® é seguro quando usado durante a gravidez e lactação. Nenhum estudo de toxicidade reprodutiva foi conduzido com o uso de AmBisome®, Infecções fúngicas sistêmicas foram tratadas com sucesso em mulheres grávidas usando-se anfotericina B convencional sem nenhum efeito óbvio no feto, porém o número de casos relatados foi pequeno. Desta forma, AmBisome® deverá somente ser utilizado durante a gravidez se os possíveis benefícios se sobrepuserem aos potenciais riscos envolvidos. A amamentação deverá ser interrompida durante o tratamento. DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO: AmBisome® deverá ser administrado por infusão endovenosa por um período de 30 - 60 minutos. A concentração recomendada para infusão endovenosa é de 0,5 mg/mL de anfotericina B na forma de AmBisome®. A dosagem de AmBisome® dever ser ajustada de acordo com as necessidades específicas de cada paciente: a) para micoses sistêmicas, a terapia é usualmente instituída a uma dose diária de 1,0 mg/Kg de peso corporal e aumentada gradativamente para 3,0 mg/Kg, conforme necessidade; b) Na profilaxia contra infecções fúngicas invasivas em pacientes recipientes de transplante de fígado, AmBisome® pode ser administrado em doses diárias de 1 mg/Kg/dia durante cinco dias consecutivos após o transplante; c) em criptococose disseminada associada ao HIV, a dose de 3 mg/Kg/dia por até 42 dias pode ser usada, porém devido ao alto risco de reincidência, uma terapia de manutenção de longa duração pode ser necessária após a finalização do tratamento com AmBisome®; d) para o tratamento de leishmaniose visceral, poderá ser usada a dose de 1,0 a 1,5 mg/Kg/dia durante 21 dias, ou como alternativa a dose de 3,0 mg/Kg/dia durante 10 dias. Em pacientes imunocomprometidos (por exemplo pacientes HIV positivos), a dose de 1,0 a 1,5 mg/Kg/dia durante 21 dias pode ser usada. Devido ao risco de reincidência, terapia de manutenção ou terapia de reindução pode ser necessária. Os dados presentes no momento são insuficientes para definir a dosagem total e duração do tratamento necessárias para eliminação das micoses. De qualquer forma, a dose cumulativa de 1,0 a 3,0 g de anfotericina na forma de AmBisome® durante 2 a 4 semanas tem sido típica. A terapia com AmBisome® tem sido administrada por até três meses com uma dose cumulativa de 16,8 g de anfotericina B na forma de AmBisome® sem ser observada toxicidade significante. Pacientes pediátricos: Leishmaniose visceral e infecções sistêmicas têm sido tratadas com sucesso com AmBisome em pacientes pediátricos sem nenhum relato de efeitos adversos incomuns. Os pacientes pediátricos têm recebido AmBisome® a doses comparáveis àquelas usadas em adultos baseando-se no peso corpóreo em quilos. Idosos: Não há recomendações específicas quanto à dosagem ou precauções. Superdosagem: Caso ocorra excesso de dosagem, cessar a administração e monitorar a função renal. Em cada caixa estão incluídas as instruções de uso. AmBisome® é uma marca registrada da Nexstar, Inc. Venda sob prescrição médicaFarm. Resp. Dr. Ademir Tesser- CRF-SP 14.570. Número de registro no MS. 1.2576.0007.001-1Produzido por: Gilead Sciences. Gilead Sciences Inc. 650 Cliffside Drive, San Dimas, California 91773, USA. Distribuido por: United Medical Ltda. Rua Jesuíno Arruda, 769 - 9º andar. Itaim Bibi - São Paulo - SP. CGC. 68.949.239/0001-46. Lote: Vide cartucho. Data de Validade: vide cartucho.
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| Aromasin® Exemestano (bula resumida) |
Informações Técnicas
Apresentação: caixa com 30 drágeas. Uso adulto. Composição: cada drágea contém 25 mg de exemestano. Indicações: tratamento do câncer de mama avançado em mulheres com pós-menopausa natural ou induzida, cuja doença progrediu após terapia antiestrogênica. Tratamento hormonal de terceira linha do câncer de mama avançado em mulheres com pós-menopausa natural ou induzida, cuja doença progrediu após tratamento com antiestrógenos e/ou inibidores não-esteroidais da aromatase ou progestágenos. Contra-indicações: hipersensibilidade conhecida à droga ou aos excipientes, mulheres pré-menopausadas, gestantes ou lactantes. Precauções e advertências: confirmar o estado pós-menopáusico pela avaliação dos níveis de LH, FSH e estradiol. Não administrar concomitantemente com medicamentos que contêm estrógenos. Relatos de sonolência, astenia e tontura. Adverter as pacientes que, se ocorrerem, esses sintomas podem comprometer sua capacidade física e/ou mental necessária para operar máquinas ou dirigir automóveis. Gravidez e lactação: se houver ingestão acidental por gestantes ou lactantes, suspender a administração imediatamente. Interações medicamentosas: não excluir possível redução nos níveis plasmáticos de exemestano por indutores conhecidos do CYP 3A4. Reações adversas: rubor, náuseas, fadiga, tontura e sudorese. Eventos adversos menos comuns: cefaléia, insônia, exantema, anorexia, dor, alopecia, depressão, dor abdominal, edema periférico ou de membros inferiores, obstipação, vômitos e dispepsia, com incidência igual ou superior a 2%. Observou-se redução ocasional nos linfócitos em aproximadamente 20% das pacientes tratadas, particularmente em pacientes com linfopenia preexistente (os valores médios dos linfócitos nessas pacientes não se modificaram significativamente no decorrer do tempo e não foi observado aumento correspondente nas infecções virais). Trombocitopenia e leucopenia ocasionalmente reportadas. Elevações ocasionais, relacionadas ou não ao uso do produto, nos testes séricos de função hepática e na fosfatase alcalina, principalmente em pacientes com metástases hepáticas ou ósseas ou outras condições com prejuízo da função hepática. Posologia e administração: pacientes adultas e idosas - recomenda-se uma drágea de 25 mg, uma vez ao dia, preferencialmente após uma refeição. Manter o tratamento até que a progressão do tumor se torne evidente. Neste caso, suspender o uso do exemestano. Superdosagem: doses de 800 mg (dose única) em voluntárias saudáveis e dose de 600 mg/dia a mulheres pós-menopausadas com câncer de mama avançado foram bem toleradas. Não é conhecida a dose única do exemestano que pode resultar em sintomas que ofereçam risco de vida. Não existe um antídoto específico para a superdosagem e o tratamento deve ser sintomático. Indica-se suporte geral, incluindo monitorização freqüente dos sinais vitais e observação rigorosa da paciente. Pacientes idosos: aplicam-se todas as recomendações anteriormente descritas. Registro n.o MS-1.0384.0001. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MAIORES INFORMAÇÕES À DISPOSIÇÃO DA CLASSE MÉDICA. BS-01 |
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| BEXTRATM valdecoxib (bula resumida) |
Indicações: prevenção e tratamento da dor aguda em adultos, redução da dor pós-operatória ao ser administrado no pré-operatório, redução do uso de opióide quando usado concomitantemente com esse, tratamento dos sintomas da dismenorréia primária. Contra-indicações: hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer excipiente do produto; pacientes que tenham apresentado broncoespasmo, asma, rinite aguda, pólipos nasais, edema angioneurótico, urticária ou reações de natureza alérgica após o uso de sulfonamidas ou de ácido acetilsalicílico ou de AINEs ou de outros inibidores específicos da COX-2; terceiro trimestre da gravidez e lactação; pacientes com ulceração péptica ativa ou hemorragia gastrintestinal ou doença intestinal de natureza inflamatória e pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave ou insuficiência hepática grave (Child-Pugh > 10). Precauções e advertências: a atividade farmacológica de valdecoxib na redução da febre e da inflamação pode mascarar a detecção de complicações de supostas condições não infecciosas e dolorosas. Monitorar quanto ao desenvolvimento de uma reação hepática mais grave pacientes com sinais e/ou sintomas sugestivos de insuficiência hepática ou no qual tenha ocorrido uma prova hepática anormal durante o uso de valdecoxib. Interromper o uso caso ocorram sinais e sintomas clínicos de desenvolvimento de doença hepática ou manifestações sistêmicas (eosinofilia, erupção cutânea). Cautela em pacientes com desidratação considerável ou portadores de doença renal pré-existente e, em casos de doença renal avançada, iniciar o tratamento com a menor dose recomendada. Observar hemoglobina e hematócrito em pacientes sob tratamento a longo prazo com quaisquer sinais ou sintomas de anemia. Cautela em pacientes com retenção de líquido, hipertensão ou insuficiência cardíaca. Manter-se alerta quanto à ulceração e hemorragia, mesmo na ausência de sintomas prévios do trato GI. Para minimizar o risco potencial de uma complicação ulcerosa, utilizar a menor dose eficaz. Não se recomenda o uso do produto em pacientes com doença renal avançada. Descontinuar valdecoxib no aparecimento inicial de erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade. Reações anafiláticas e angioedema ocorreram em pacientes que receberam valdecoxib, com e sem histórico de reações alérgicas às sulfonamidas. Não utilizar durante a gravidez, a menos que o provável benefício supere o risco existente para o feto. Não administrar o produto a mulheres que estejam amamentando. Não se avaliou a segurança e a eficácia do produto em pacientes menores de 18 anos. Interações medicamentosas: monitorar a terapia anticoagulante após o início do tratamento com valdecoxib em pacientes que utilizam varfarina ou agentes similares. Valdecoxib pode ser administrado com doses baixas de AAS utilizado para a profilaxia cardiovascular. A farmacocinética da glibenclamida não foi afetada. O risco de insuficiência renal aguda poderá aumentar quando inibidores da ECA forem co-administrados com valdecoxib, assim como pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e tiazidas, devido à inibição da síntese de prostaglandinas renais. Sugeriu-se que a administração de AINEs com ciclosporina ou tacrolimus aumenta o efeito nefrotóxico da ciclosporina e do tacrolimus. Monitorar a função renal quando valdecoxib e quaisquer destes fármacos forem co-administrados. Administrar valdecoxib na menor dose recomendada em pacientes usuários de fluconazol ou cetoconazol. A administração de valdecoxib com antiácido (hidróxido de alumínio e de magnésio) não causou efeito significante na taxa ou na extensão de absorção de valdecoxib. Valdecoxib não causou inibição clinicamente relevante no metabolismo pela CYP 2D6 envolvida na conversão do dextrometorfano a dextrorfano, nem demonstrou um efeito clinicamente significante sobre a farmacocinética plasmática do metotrexato. Valdecoxib causou reduções significantes no clearance sérico do lítio (25%) e no clearance renal (30%) com uma exposição sérica 34% maior em relação ao lítio isolado. Monitorar cuidadosamente a concentração sérica de lítio ao se iniciar ou ao se modificar o tratamento em pacientes que já recebam lítio. Nem a farmacocinética, nem a farmacodinâmica do propofol, midazolam intravenoso, fentanil, alfentanil ou dos agentes anestésicos inalatórios óxido nitrosos e isoflurano foram afetadas pelo valdecoxib após a administração IV de parecoxib. Reações adversas: cefaléia, vertigem, edema periférico, plenitude abdominal, dor abdominal, diarréia, dispepsia, flatulência, náuseas. Reações adversas incomuns (entre 0,1% a 1,9%) relatados em estudos clínicos, independentemente da relação de causalidade foram: boca seca, estomatite, transtorno nos dentes, constipação, fezes anormais, eructação, gastroenterite, duodenite, gastrite, refluxo gastroesofágico, hérnia de hiato, melena, hipotensão, hipertensão agravada, distúrbio cerebrovascular, insuficiência cardíaca congestiva, distúrbio da artéria coronária, sopro cardíaco, hipotensão, infarto do miocárdio, alergia agravada, reação alérgica, astenia, dorsalgia, dor torácica, calafrios, edema generalizado, edema de face, fadiga, febre, fogachos, halitose, sintomas semelhantes aos gripais, mal-estar, dor, dor nas extremidades, hipertonia, hipoestesia, enxaqueca, neuralgia, neuropatia, parestesia, tremor, vertigem, ginecomastia, distúrbios menstruais, anormalidades do ouvido, dor de ouvido, tinitus, bradicardia, palpitação, taquicardia, anemia, aumento de TGO, TGP, distúrbios da próstata, aumento de fosfatase alcalina, de uréia, creatinina, CPK, diabetes mellitus, glicosúria, hipercolesterolemia, hiperglicemia, hiperuricemia, hipocalemia, sede aumentada, perda de peso, xeroftalmia,artralgia, fratura acidental, mialgia, torcicolo, sinovite, tendinite, neoplasma de mama, carcinoma pulmonar, equimose, epistaxe, hematoma, tempo de protrombina, prolongado, trombocitopenia, anorexia, ansiedade, apetite aumentado, depressão, insônia, nervosismo, paroniria, sonolência,herpes simples, herpes zoster, infecção fúngica, infecção do tecido mole, infecção viral, monilíase, otite média, estertores respiratórios, bronquite, broncoespasmo, tosse, dispnéia, enfisema, laringite, pneumonia, faringite, pleurisia, rinite, acne, eczema, dermatite, prurido, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea máculo-papular, pele seca, ulceração de pele, aumento da sudorese, urticária, dermatite de contato, nódulo cutâneo, perversão do paladar, albuminúria, cistite, disúria, hematúria, aumento da freqüência de micções, piúria, incontinência urinária, infecção do trato urinário, visão embaçada, catarata, conjuntivite, dor ocular, visão anormal, leucocitose e linfadenopatia. Farmacovigilância pós-marketing: reações anafiláticas, angioedema, dermatite exfoliativa, síndrome Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. Posologia: Bextra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Controle da dor aguda: 40 mg uma vez ao dia. No primeiro dia de tratamento poderá ser necessário tomar uma dose adicional de 40 mg. Administração pré-operatória para a prevenção da dor pós-operatória: 40 mg no período pré-operatório uma hora antes do procedimento cirúrgico. Uma dose adicional de 40 mg poderá ser tomada no período pós-operatório, de acordo com a necessidade, no primeiro dia de tratamento. Posteriormente, utilizar 40 mg uma vez ao dia. Dismenorréia primária: 40 mg, uma vez ao dia. No primeiro dia de tratamento, pode-se tomar uma dose adicional de 40 mg de acordo com a necessidade. Pacientes com insuficiência hepática moderada (escala de Child-Pugh 7-9): iniciar o tratamento com cautela: para dor aguda, não exceder 20 mg por dia. Não há experiência clínica envolvendo pacientes com insuficiência hepática grave (escala de Child-Pugh > 10). Não se recomenda o uso em tais pacientes. Iniciar o tratamento com cautela em paciente com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 mL/min.) ou naqueles que possam estar predispostos à retenção de líquidos. Superdosagem: os sintomas da superdosagem aguda de AINEs geralmente são letargia, sonolência, náusea, vômitos e dor epigástrica, geralmente reversíveis com tratamento de suporte. Pode ocorrer hemorragia gastrintestinal. Hipertensão, insuficiência renal aguda, depressão respiratória e coma podem ocorrer, embora raros. Reações anafilactóides foram descritas com a ingestão terapêutica de AINEs e podem ocorrer após uma superdosagem.O tratamento da superdosagem deve ser sintomático e de suporte. Não há antídotos específicos. Valdecoxib não é eliminado por hemodiálise. É pouco provável que a diurese ou a alcalinização da urina sejam úteis devido à elevada ligação protéica de valdecoxib (>98%). Pacientes idosos: para idosos, em particular para aqueles com menos de 50 kg de peso corporal, iniciar a terapia na menor dose recomendada. Apresentação: comprimidos revestidos de 40 mg em embalagens contendo 5 comprimidos. USO ADULTO. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto (BEX01). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica mediante solicitação. Pharmacia Brasil Ltda, Rua Alexandre Dumas, 1860 Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP CEP 04717-904. Tel.: 0800-16-7575. BextraTM - Reg. MS- 1.2389.0104
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| BEXTRATM IM / IV - parecoxib (bula resumida) |
Indicações: prevenção e tratamento de dor moderada a grave em adultos; em condições dolorosas que requerem o uso de opióides ou outros analgésicos, reduz significativamente o consumo destes medicamentos sem prejuízo da analgesia, quando administrado 30 a 45 minutos antes de procedimento cirúrgico retardou significativamente o surgimento de dor pós-operatória. Contra-indicações: hipersensibilidade a parecoxib ou valdecoxib ou a qualquer outro componente da fórmula; asma, urticária ou reações alérgicas após uso de sulfonamidas ou ácido acetilsalicílico, AINEs ou outros inibidores específicos da COX-2. Precauções e advertências: toxicidade gastrintestinal grave (sangramento, ulceração, perfuração do estômago ou duodeno) pode ocorrer em pacientes tratados com AINEs. Sintomas gastrintestinais altos podem ocorrer durante a terapia com AINE. Prescrever com cautela em pacientes com histórico de doença ulcerosa ou sangramento gastrintestinal alto. Para diminuir o risco potencial de um evento GI, usar a dose eficaz mais baixa e menor tempo possível. Além de antecedente de doença ulcerosa, estudos epidemiológicos identificaram outras condições que podem aumentar o risco de sangramento GI: tratamento com corticosteróides e/ou anticoagulantes, maior exposição aos AINEs, tabagismo, alcoolismo, idade avançada e mau estado geral. Não foram descritas reações anafilactóides em pacientes recebendo parecoxib. Não administrar a pacientes com a tríade do ácido acetilsalicílico que ocorre em pacientes asmáticos com rinites com ou sem pólipos nasais, ou que apresentam broncoespasmo grave e potencialmente fatal, depois de tomar AAS ou outros AINEs. Recomenda-se monitorar a função renal nestes pacientes. A ação farmacológica do parecoxib na redução da inflamação e da febre pode diminuir a utilidade destes sinais diagnósticos na detecção de complicações infecciosas em condições dolorosas presumidamente não-infecciosas. Pacientes com sinais e sintomas ou exames laboratoriais sugestivos de disfunção hepática devem ser monitorados. Suspender o tratamento aos mínimos sinais e sintomas compatíveis com doença hepática ou suas manifestações sistêmicas. Em pacientes com desidratação considerável, recomenda-se a reidratação antes do início do tratamento com parecoxib. Cautela nos pacientes com doença renal preexistente. Administrar com cautela a pacientes com retenção de fluidos, hipertensão ou insuficiência cardíaca. Suspender o tratamento caso ocorram reações como erupção cutânea. Interações medicamentosas: estudos in vitro com sistemas microssomais hepáticos humanos não demonstraram efeitos inibitórios significativos sobre as isoformas CYP3A4, 2D6, 2E1 e 1A2 por parecoxib e valdecoxib. Glucuronidação é outra via de metabolização. Parecoxib não tem efeito sobre a inibição da agregação plaquetária mediada pelo AAS ou sobre os tempos de sangramento. Parecoxib pode ser administrado com doses baixas de AAS. Não há efeito clínico significante sobre a farmacocinética de metotrexato. Potencial interação com inibidores da ECA deve ser levada em consideração em pacientes durante a terapia concomitantemente de parecoxib com inibidores da ECA. A co-administração de propofol e parecoxib não afetou a farmacocinética ou a farmacodinâmica do propofol IV. A co-administração de parecoxib IV ou valdecoxib oral com midazolam IV não afetou a farmacocinética ou a farmacodinâmica de midazolam. Fentanil e alfentanil são extensivamente metabolizados pelo CYP3A4. A co-administração com parecoxib não causou efeito significativo na farmacocinética do fentanil IV ou do alfentanil IV. Não houve evidência de interação medicamentosa entre parecoxib administrado no pré-operatório e os anestésicos inalatórios óxido nitroso e isoflurano. Interações potenciais com fenitoína e carbamazepina não foram estudadas. Reduzir a dose de parecoxib em pacientes utilizando fluconazol. As concentrações séricas do lítio devem ser monitoradas ao se iniciar ou mudar a terapia de parecoxib em pacientes recebendo lítio. A terapia anticoagulante deve ser monitorada, particularmente durante os primeiros dias, depois do início da terapia em pacientes recebendo varfarina ou agente semelhante. A co-administração de valdecoxib com gliburida não afetou a farmacocinética ou a farmacodinâmica da gliburida. Gravidez e lactação: administrar durante a gravidez somente se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Deve-se evitar o uso de parecoxib durante o terceiro trimestre de gravidez. Não deve ser utilizado durante a lactação. Reações adversas: náusea, prurido, vômito, dor abdominal, constipação, febre, tontura, dor de cabeça, anemia pós-operatória; empachamento, dispepsia, flatulência, hipertensão, hipotensão, hipertonia, tremor, astenia, lombalgia, calafrios, boca seca, dor no local da injeção, agitação, ansiedade, confusão, sonolência, ruídos respiratórios anormais, rash, aumento do suor, oligúria, retenção urinária; raramente: insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, infarto agudo do miocárdio, doença inflamatória pélvica, hemorragia vaginal, úlcera duodenal, esofagite, hemorragia gastrintestinal, obstrução intestinal, pancreatite, deiscência esternal, arritmia atrial, fibrilação atrial, elevação da creatinina, hematoma, embolia pulmonar, tromboflebite, apnéia, infecção bacteriana, hipóxia, pleurite, pneumonia, pneumomediastino, pneumotórax, edema pulmonar, depressão respiratória, infecção do trato respiratório superior, falência renal aguda. Em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica, observou-se drenagem da cicatriz esternal anormal, aumento de AST e ALT, aumento da uréia, tosse, hipocalemia, edema periférico, taquicardia supraventricular, infecção da ferida. Posologia: Analgesia imediata: a dose única ou inicial para tratamento de dor moderada a grave é de 40 mg por via IM ou IV. Prevenção da dor: a dose na administração pré-operatória é de 40 mg IM ou IV, 30 ou 40 minutos antes do procedimento cirúrgico. Manutenção da analgesia: após a prevenção da dor pós-operatória ou da obtenção da analgesia inicial pode-se repetir o uso com 20 mg ou 40 mg a cada 6 a 12 horas, a dose diária máxima é de 80 mg por via IM ou IV. A segurança e eficácia do uso por mais de 7 dias não foram estabelecidas. Insuficiência hepática: a dose inicial em pacientes com alteração hepática moderada é de 20 mg e a dose diária máxima deve ser reduzida para 40 mg. Em pacientes idosos (> 65 anos) com peso corporal menor que 50 kg a dose inicial recomendada é 20 mg IM ou IV; a dose diária máxima é 40 mg. Superdosagem: não há experiência clínica com superdosagem. Na eventualidade da ocorrência de superdosagem, os pacientes devem ser tratados conforme a sintomatologia e com medidas de suporte. Não há antídotos específicos. Diurese forçada ou alcalinização da urina não são úteis. Apresentações: pó liofilizado 40 mg em embalagens contendo 1 frasco-ampola + 1 diluente ou 10 frascos-ampola. Cada frasco-ampola de Bextra IM/ IV 40 mg contém parecoxib (na forma de parecoxib sódico) 40 mg. USO ADULTO. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto (BXI01). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica mediante solicitação. Pharmacia Brasil Ltda, Rua Alexandre Dumas, 1860 Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP CEP 04717-904. Tel.: 0800-16-7575. BextraTM IM/ IV-- Reg. MS- 1.2389.0099
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| EMEND®* (aprepitante, MSD) |
EMEND®* (aprepitante, MSD) - INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS: O aprepitante é um antagonista do receptor da substância P neurocinina 1 (NK1), de estrutura totalmente inédita, quimicamente descrito como 5-[[(2R,3S)-2-[(1R)-1-[3,5-bis(trifluorometil)fenil]etoxi]-3-(4-fluorofenil)-
4-morfolinil]metil]-1,2-diidro-3H-1,2,4-triazol-3-ona. Sua fórmula molecular empírica é C23H21F7N4O3, cuja fórmula estrutural é a seguinte:

O aprepitante é um sólido cristalino branco a quase branco com peso molecular de 534,43. É praticamente insolúvel em água, muito pouco solúvel em etanol e acetato de isopropila e pouco solúvel em acetonitrila. FARMACOLOGIA CLÍNICA: Mecanismo de Ação-O aprepitante possui um mecanismo de ação exclusivo: trata-se de um antagonista seletivo com alta afinidade pelos receptores da substância P neurocinina 1 (NK1). Ensaios de contra-seleção mostraram que o aprepitante foi, no mínimo, 3.000 vezes mais seletivo pelo receptor da NK1 do que por outros sítios receptores enzimáticos, transportadores, de canal de íon, incluindo os receptores de dopamina e serotonina que são os alvos das terapias para náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia (NVIQ) existentes. Demonstrou-se em estudos pré-clínicos que os antagonistas do receptor da NK1 inibem os vômitos induzidos por agentes quimioterápicos citotóxicos, tais como a cisplatina, por ação central. Os exames PET (sigla em inglês para Tomografia por Emissão de Pósitron) realizados nos estudos pré-clínicos e clínicos com o aprepitante demonstraram que esse fármaco penetra o cérebro e ocupa os receptores de NK1 cerebrais. Os estudos pré-clínicos demonstram que o aprepitante apresenta atividade central de longa duração, inibe as fases aguda e tardia dos vômitos induzidos por cisplatina e aumenta a atividade antiemética do ondansetron (um antagonista do receptor 5-HT3) e da dexametasona (um corticosteróide) contra vômitos induzidos pela cisplatina. Farmacocinética: Absorção-A biodisponibilidade oral absoluta média do aprepitante é de aproximadamente 60% a 65% e a concentração plasmática máxima (Cmáx) média do aprepitante foi alcançada aproximadamente 4 horas (Tmáx) após a administração. A administração oral da cápsula do aprepitante com um café da manhã padrão não exerceu efeito clinicamente significativo sobre a biodisponibilidade do medicamento. A farmacocinética do aprepitante não é linear no intervalo de dose clínica. Em adultos jovens saudáveis, o aumento da AUC0-` foi 26% maior do que o proporcional à dose entre as doses únicas de 80 mg e 125 mg administradas após a alimentação. Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg 1x/dia no 2º e no 3º dia, a AUC0-24h foi de cerca de 19,5 mcgh/mL e 20,1 mcgh/mL no 1º e no 3º dia, respectivamente. Os valores de Cmáx de 1,5 mcg/mL e 1,4 mcg/mL foram atingidos aproximadamente 4 horas (Tmáx) após a administração no 1º e no 3º dia, respectivamente. Distribuição: A taxa de ligação a proteínas plasmáticas do aprepitante é maior que 95%. A média geométrica do volume de distribuição aparente no estado de equilíbrio (VdSS) é de aproximadamente 66 litros em humanos. O aprepitante atravessa a placenta em ratos e a barreira hematoencefálica em ratos e furões. As PETs em humanos indicam que o aprepitante atravessa a barreira hematoencefálica (veja FARMACOLOGIA CLÍNICA, Mecaanismo de Ação).Metabolismo: O aprepitante é amplamente metabolizado. Em adultos jovens saudáveis, o aprepitante é responsável por aproximadamente 24% da radioatividade no plasma 72 horas após a administração oral de uma dose única de 300 mg de [14C]-aprepitante, o que indica a presença considerável de metabólitos no plasma. Foram identificados no plasma humano 7 metabólitos do aprepitante, os quais apresentam atividade apenas fraca. O metabolismo do aprepitante ocorre em grande parte por meio da oxidação do anel morfolina e suas cadeias laterais. Os estudos in vitro com microssomos hepáticos humanos indicam que o aprepitante é metabolizado primariamente pela CYP3A4 e secundariamente pelas isoenzimas CYP1A2 e CYP2C19. O aprepitante não é metabolizado pelas isoenzimas CYP2D6, CYP2C9 ou CYP2E1.Eliminação: O aprepitante é eliminado principalmente pelo metabolismo e não é excretado por via renal. Após a administração oral de uma dose única de 300 mg de [14C]-aprepitante a indivíduos saudáveis, 5% da radioatividade foi recuperada na urina e 86% nas fezes. A depuração plasmática aparente do aprepitante variou de cerca de 60 a 84 mL/min, enquanto a meia-vida terminal aparente variou de aproximadamente 9 a 13 horas. Características nos Pacientes: Sexo-Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND, a Cmáx do aprepitante é 16% mais alta em mulheres do que em homens, enquanto a meia-vida do aprepitante é 25% menor em mulheres do que em homens e o Tmáx é aproximadamente o mesmo. Essas diferenças não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não há necessidade de ajustar a dose de EMEND de acordo com o sexo.Idosos: Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg 1x/dia do 2º ao 5º dia, a AUC0-24h do aprepitante foi 21% e 36% mais alta no 1º e no 5º dia, respectivamente, em idosos (&Mac179;65 anos de idade) em comparação com adultos mais jovens. A Cmáx foi 10% e 24% mais alta no 1º e no 5º dia, respectivamente, em idosos em comparação com adultos mais jovens. Essas diferenças não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não há necessidade de ajustar a dose de EMEND para pacientes idosos. Pacientes Pediátricos: A farmacocinética de EMEND ainda não foi avaliada em pacientes com menos de 18 anos de idade. Raça: Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND, a AUC0-24h é cerca de 25% e 29% mais alta em hispânicos do que em caucasianos e negros, respectivamente, enquanto a Cmáx é 22% e 31% mais alta em hispânicos em comparação com caucasianos e negros, respectivamente. Essas diferenças não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não é necessário ajustar a dose de EMEND de acordo com a raça. Insuficiência Hepática: EMEND foi bem-tolerado em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Após a administração de uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg 1x/dia no 2º e no 3º dia a pacientes com insuficiência hepática leve (escore de Child-Pugh de 5 a 6), a AUC0-24h do aprepitante foi 11% e 36% mais baixa no 1º e no 3º dia, respectivamente, em comparação com indivíduos saudáveis que receberam o mesmo esquema. Em pacientes com insuficiência hepática moderada (escore de Child-Pugh de 7 a 9), a AUC0-24h do aprepitante foi 10% e 18% mais alta no 1º e no 3º dia, respectivamente, do que em indivíduos saudáveis tratados com o mesmo esquema. Essas diferenças de AUC0-24h não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não é necessário ajustar a dose de EMEND para pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Não há dados clínicos nem farmacocinéticos para pacientes com insuficiência hepática grave (escore de Child-Pugh >9). Insuficiência Renal: Foi administrada uma dose única de 240 mg de EMEND a pacientes com insuficiência renal grave (ClCr <30 mL/min) e a pacientes com doença renal em estágio terminal (DRET) que necessitam de hemodiálise. Em pacientes com insuficiência renal grave, a AUC0-` do aprepitante total (livre e ligado à proteína) diminuiu 21% e a Cmáx diminuiu 32% em relação a indivíduos saudáveis. Em pacientes com DRET submetidos a hemodiálise, a AUC0-` do aprepitante total diminuiu 42% e a Cmáx reduziu 32%. Por causa de pequenas reduções na taxa de ligação a proteínas do aprepitante em pacientes com doença renal, a AUC do fármaco livre farmacologicamente ativo não sofreu alteração significativa em pacientes com insuficiência renal em comparação com indivíduos saudáveis. A hemodiálise realizada 4 ou 48 horas após a administração não apresentou efeito significativo sobre a farmacocinética do aprepitante; menos de 0,2% da dose foi recuperada no dialisado. Não é necessário ajustar a dose de EMEND para pacientes com insuficiência renal grave ou pacientes com DRET submetidos a hemodiálise. Estudos Clínicos: A administração oral de EMEND em combinação ao ondansetron e à dexametasona mostrou prevenir náuseas e vômitos agudos e tardios associados a quimioterapia altamente emetogênica, incluindo cisplatina em dose elevada. Em 2 estudos multicêntricos, randômicos, de grupos paralelos, duplo-cegos e controlados, o esquema com aprepitante foi comparado com a terapia-padrão em 1.094 pacientes tratados com um esquema quimioterápico que incluía cisplatina &Mac179;70 mg/m2. Alguns pacientes também receberam outros quimioterápicos, tais como a gencitabina, o etoposídeo, a fluorouracila, o tartarato de vinorelbina, a doxorrubicina, a ciclofosfamida, o paclitaxel ou o docetaxel. O esquema com aprepitante consistiu de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia em associação com 32 mg IV de ondansetron e 12 mg de dexametasona por via oral (VO) no 1º dia e 8 mg VO de dexametasona 1x/dia do 2º ao 4º dia. A terapia-padrão foi composta de placebo em associação com 32 mg IV de ondansetron e 20 mg VO de dexametasona no 1º dia e 8 mg VO de dexametasona 2x/dia do 2º ao 4º dia. A atividade antiemética de EMEND foi avaliada no 1º ciclo durante a fase aguda (0 a 24 horas após o tratamento com a cisplatina), a fase tardia (25 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina) e pelo período total (0 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina). A eficácia baseou-se na avaliação das seguintes medidas compostas: resposta completa (definida como ausência de episódios de vômitos e ausência de uso de terapia de resgate); proteção completa (definida como ausência de episódios de vômitos, ausência de terapia de resgate e pontuação máxima de náusea <25 mm na escala analógica visual [EAV]); impacto das náuseas e vômitos na vida cotidiana (pontuação total >108 no IVFE [Índice de Vida Funcional-Êmese]). A eficácia também se baseou nas seguintes medidas individuais de eficácia: ausência de vômitos (definida como ausência de episódios de vômitos, independentemente do uso de terapia de resgate); ausência de náusea significativa (EAV máxima <25 mm). Os resultados foram avaliados separadamente para cada estudo e para os 2 estudos combinados. A Tabela 1 mostra um resumo dos principais resultados dos estudos da análise combinada.

+ Esquema com aprepitante: EMEND 125 mg VO no 1º dia e 80 mg VO 1x/dia no 2º e no 3º dia + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 12 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 1x/dia do 2º ao 4º dia.
++ Terapia-padrão: placebo + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 20 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 2x/dia do 2º ao 4º dia.
N: número de pacientes que receberam a cisplatina e o medicamento em estudo e que fizeram pelo menos uma avaliação de eficácia após o tratamento.
Total: 0 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina.
§ Fase aguda: 0 a 24 horas após o tratamento com a cisplatina. Fase tardia: 25 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina. Variação da pontuação na Escala Analógica Visual (EAV): 0= ausência de náusea; 100= pior náusea possível.
Na análise combinada, uma proporção significativamente maior do ponto de vista estatístico dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo apresentou resposta completa e proteção completa em comparação com os que receberam a terapia-padrão. Observou-se diferença estatisticamente significativa na resposta completa e na proteção completa em pacientes tratados com o esquema com aprepitante durante as fases aguda e tardia do 1º ciclo em comparação com os que receberam a terapia-padrão. Esses achados também foram observados em cada um dos 2 estudos quando analisados individualmente. Na análise combinada, uma parcela significativamente maior do ponto de vista estatístico dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo não apresentou vômitos em comparação com os que receberam a terapia-padrão. Observou-se diferença estatisticamente significativa na ausência de vômitos em pacientes tratados com o esquema com aprepitante durante as fases aguda e tardia do 1º ciclo em comparação com os pacientes tratados com a terapia-padrão. Esses achados também foram observados em cada um dos 2 estudos individualmente. Além disso, na análise combinada, independentemente do uso da terapia de resgate, uma parcela significativamente maior do ponto de vista estatístico de pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo não apresentou náusea significativa no período total nem na fase tardia em comparação com os pacientes que receberam a terapia-padrão. O impacto de náuseas e vômitos na vida cotidiana dos pacientes foi avaliado por meio do IVFE, uma medida de resultado relatada por paciente já validada. Na análise combinada, uma proporção significativamente maior do ponto de vista estatístico de pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo não relatou nenhum impacto das náuseas e vômitos na vida cotidiana, conforme medido pela pontuação total do IVFE >108, em comparação com os pacientes que receberam a terapia-padrão. Esses achados também foram observados em cada um dos 2 estudos individualmente. Na análise combinada, a estimativa do tempo para a primeira êmese após o início do tratamento com a cisplatina foi significativamente (p< 0,001) mais alta com o esquema com aprepitante e a incidência da primeira êmese foi menor no grupo tratado com o esquema com aprepitante do que no grupo que recebeu terapia-padrão, como mostra a Figura 1.

Esquema com aprepitante: EMEND 125 mg VO no 1º dia e 80 mg VO 1x/dia no 2º e no 3º dia + ondansetron
32 mg IV e dexametasona 12 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 1x/dia do 2º ao 4º dia.
Terapia-padrão: placebo + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 20 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 2x/dia do 2º ao 4º dia.
Extensão com Ciclos Múltiplos: nos mesmos 2 estudos clínicos, 851 pacientes continuaram a participar durante a extensão com Ciclos Múltiplos por até 6 ciclos de quimioterapia; a eficácia do esquema com aprepitante foi mantida durante todos os ciclos. A Figura 2 mostra as taxas de resposta obtidas na análise combinada para a avaliação final de ausência de vômitos e ausência de náusea significativa durante os 6 ciclos de quimioterapia após o início da terapia com cisplatina. Do 2º ao 6º ciclo, a avaliação final de ausência de náusea significativa foi determinada pela resposta a um questionamento direto e não pelo uso da EAV empregada no 1º ciclo.

Esquema com aprepitante: EMEND 125 mg VO no 1º dia e 80 mg VO 1x/dia no 2º e no 3º dia + ondansetron
32 mg IV e dexametasona 12 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 1x/dia do 2º ao 4º dia. Terapia-padrão: placebo + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 20 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 2x/dia do 2º ao 4º dia.
INDICAÇÕES: EMEND, em associação com outros antieméticos, é indicado para a prevenção de náuseas e vômitos agudos e tardios associados a ciclos iniciais e repetidos de quimioterapia antineoplásica altamente emetogênica, incluindo cisplatina em dose elevada. CONTRA-INDICAÇÕES: EMEND é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto. EMEND não deve ser administrado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição da isoenzima 3A4 do citocromo P450 (CYP3A4) pelo aprepitante pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que pode causar reações graves ou potencialmente fatais (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). PRECAUÇÕES: EMEND deve ser usado com cautela em pacientes tratados concomitantemente com medicamentos metabolizados principalmente pela CYP3A4; alguns agentes quimioterápicos são metabolizados pela CYP3A4 (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A inibição da CYP3A4 pelo aprepitante pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos concomitantes (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A administração concomitante de EMEND com varfarina resulta na diminuição do tempo de protrombina, expresso como INR (Razão Normalizada Internacional). Em pacientes sob tratamento crônico com a varfarina, o tempo de protrombina (INR) deve ser atentamente monitorado para estabelecer e manter a dose necessária de varfarina após o término do esquema de 3 dias com EMEND em cada ciclo de quimioterapia (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A eficácia dos contraceptivos orais durante a administração crônica de EMEND pode ser reduzida. Embora o esquema de 3 dias com EMEND administrado concomitantemente com contraceptivos orais ainda não tenha sido estudado, um método contraceptivo alternativo ou adicional (de back-up) deve ser usado (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). GRAVIDEZ: Não há estudos adequados e bem-controlados em mulheres grávidas. EMEND deve ser usado durante a gravidez apenas se o benefício potencial justificar o possível risco para a mãe e o feto. NUTRIZES: O aprepitante é excretado no leite de ratas em fase de amamentação. Não se sabe se esse fármaco é excretado no leite humano. Como muitos fármacos são excretados no leite humano e em razão dos possíveis efeitos adversos de EMEND em crianças lactentes, a decisão entre parar a amamentação ou descontinuar a administração do medicamento deve ser tomada levando-se em conta a importância do uso do medicamento para a mãe. USO PEDIÁTRICO: Ainda não foram estabelecidas a segurança e a eficácia de EMEND em pacientes pediátricos. USO EM IDOSOS: Em estudos clínicos, a eficácia e a segurança de EMEND em idosos (&Mac179;65 anos de idade) foram equivalentes às observadas em pacientes mais jovens (<65 anos); portanto, não é necessário ajustar a dose para pacientes idosos. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: O aprepitante é um substrato, um inibidor moderado e um indutor da CYP3A4, além de ser também indutor da CYP2C9. Efeito do aprepitante sobre a farmacocinética de outros medicamentos
Por ser um inibidor moderado da CYP3A4, o aprepitante pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são metabolizados por essa isoenzima caso eles sejam administrados concomitantemente. EMEND não deve ser administrado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição da CYP3A4 pelo aprepitante pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que pode causar reações graves ou potencialmente fatais (veja CONTRA-INDICAÇÕES). Demonstrou-se que o aprepitante induz o metabolismo da S(-) varfarina e da tolbutamida, as quais são metabolizadas pela CYP2C9. A administração concomitante de EMEND com esses fármacos ou outros que são sabidamente metabolizados pela CYP2C9, tais como a fenitoína, pode resultar em diminuição das concentrações plasmáticas desses fármacos. É improvável que ocorra interação de EMEND com fármacos que são substratos para o transportador da glicoproteína P, conforme demonstrado pela ausência de interação de EMEND com a digoxina em um estudo clínico de interações medicamentosas. Antagonistas da 5-HT3: em estudos clínicos de interações medicamentosas, o aprepitante não apresentou efeitos clinicamente importantes sobre a farmacocinética do ondansetron ou do granisetron. Corticosteróides: Dexametasona: os esquemas de 125 mg de EMEND concomitantemente com 20 mg VO de dexametasona no 1º dia e 80 mg/dia de EMEND concomitantemente com 8 mg VO de dexametasona do 2º ao 5º dia aumentaram 2,2 vezes a AUC da dexametasona, um substrato da CYP3A4, no 1º e no 5º dia. As doses orais usuais de dexametasona devem ser reduzidas cerca de 50% quando administradas concomitantemente com EMEND para que possa haver exposição de dexametasona semelhante à obtida na administração sem EMEND. A dose diária de dexametasona usada em estudos clínicos com EMEND reflete uma redução aproximada de 50% de seu valor (veja POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO). Metilprednisolona: a administração de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia aumentou a AUC da metilprednisolona, um substrato da CYP3A4, 1,3 e 2,5 vezes no 1º e no 3º dia, respectivamente, quando a metilprednisolona foi administrada concomitantemente por via IV na dose de 125 mg no 1º dia e por via oral na dose de 40 mg no 2º e no 3º dia. A dose usual de metilprednisolona IV e VO deve ser reduzida cerca de 25% e 50%, respectivamente, quando administrada concomitantemente com EMEND para que possa haver exposição de metilprednisolona semelhante à obtida na administração sem EMEND. Quimioterápicos: em estudos clínicos, EMEND foi administrado com os seguintes agentes quimioterápicos metabolizados principal ou parcialmente pela CYP3A4: etoposídeo, vinorelbina, docetaxel e paclitaxel. As doses desses agentes não foram ajustadas para compensar as possíveis interações medicamentosas, entretanto recomenda-se cautela e pode ser adequado realizar monitoração adicional em pacientes tratados com esses agentes (veja PRECAUÇÕES). Varfarina: administrou-se uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia a indivíduos saudáveis estabilizados em tratamento crônico com a varfarina. Embora não tivesse sido observado efeito de EMEND sobre a AUC plasmática de R(+) ou S(-) varfarina (um substrato da CYP2C9) no 3º dia, ocorreu diminuição de 34% da concentração mínima de S(-) varfarina, acompanhada de diminuição de 14% do tempo de protrombina (expresso como INR), 5 dias após o término da administração de EMEND. Em pacientes sob tratamento crônico com a varfarina, o tempo de protrombina (INR) deve ser atentamente monitorado para estabelecer e manter a dose necessária de varfarina após o término do esquema de 3 dias com EMEND em cada ciclo de quimioterapia. Tolbutamida: administração de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia diminuiu a AUC da tolbutamida (um substrato da CYP2C9) em 23% no 4º dia, 28% no 8º dia e 15% no 15º dia quando uma dose única de 500 mg de tolbutamida foi administrada oralmente antes da administração de um esquema de três dias de EMEND e no 4º, 8º e 15º dias. Contraceptivos orais: a administração de cápsulas de 100 mg de aprepitante uma vez ao dia por 14 dias com um contraceptivo oral contendo 35 mcg de etinilestradiol e 1 mg de noretindrona diminuiu a AUC do etinilestradiol em 43% e da noretindrona em 8%; portanto, a eficácia dos contraceptivos orais durante a administração de EMEND pode ser reduzida. Embora um esquema de 3 dias com EMEND concomitantemente com contraceptivos orais ainda não tenha sido estudado, deve-se utilizar um método contraceptivo alternativo ou adicional (de back-up). Midazolam: EMEND aumentou a AUC do midazolam, um substrato sensível da CYP3A4, 2,3 e 3,3 vezes no 1º e no 5º dia, respectivamente, quando se administrou concomitantemente uma dose única oral de 2 mg de midazolam no 1º e no 5º dia com o esquema de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia do 2º ao 5º dia. Os possíveis efeitos do aumento da concentração plasmática do midazolam ou de outros benzodiazepínicos metabolizados pela CYP3A4 (alprazolam, triazolam) devem ser considerados quando esses agentes forem administrados concomitantemente com EMEND. Em outro estudo com administração intravenosa de midazolam, foi administrado 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia em combinação com 2 mg de midazolam IV antes da administração do esquema de três dias de EMEND e no 4º, 8º e 15º dias. EMEND aumentou a AUC do midazolam em 25% no 4º dia e diminuiu a AUC do midazolam em 19% no 8º dia referente à dose de EMEND do 1º ao 3º dia. Esses efeitos não são considerados clinicamente importantes. A AUC do midazolam no 15º dia foi semelhante à observada no período basal. Efeito de outros agentes sobre a farmacocinética do aprepitante O aprepitante é um substrato da CYP3A4; portanto, a administração concomitante de EMEND com fármacos que inibem a atividade dessa enzima pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas do aprepitante. Conseqüentemente, deve-se ter cuidado ao administrar EMEND concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4 (p. ex., cetoconazol). A administração concomitante de EMEND com inibidores moderados da CYP3A4 (p. ex., diltiazem), no entanto, não resulta em alterações clinicamente significativas nas concentrações plasmáticas do aprepitante. O aprepitante é um substrato da CYP3A4; portanto, a administração concomitante de EMEND com fármacos que são indutores potentes da atividade dessa enzima (p. ex., rifampicina) pode resultar na diminuição das concentrações plasmáticas do aprepitante, o que pode causar redução da eficácia de EMEND. Cetoconazol: após a administração de dose única de 125 mg de EMEND no 5º dia de um esquema de 10 dias de 400 mg/dia de cetoconazol, um potente inibidor da CYP3A4, a AUC do aprepitante aumentou cerca de 5 vezes e sua meia-vida terminal média aumentou aproximadamente 3 vezes. Deve-se ter cuidado ao administrar concomitantemente EMEND com inibidores potentes da CYP3A4. Rifampicina: após a administração de uma dose única de 375 mg de EMEND no 9º dia de um esquema de 14 dias de 600 mg/dia de rifampicina, um potente indutor da CYP3A4, a AUC do aprepitante diminuiu cerca de 11 vezes e sua meia-vida terminal média diminuiu aproximadamente 3 vezes. A administração concomitante de EMEND com fármacos que induzem a atividade da CYP3A4 pode resultar na redução da concentração plasmática e da eficácia de EMEND. Outras interações: Diltiazem: em pacientes com hipertensão leve a moderada, a administração de dose única diária de aprepitante na forma farmacêutica comprimido comparável a 230 mg da apresentação cápsula com 120 mg de diltiazem 3 vezes ao dia durante 5 dias resultou em aumento de 2 vezes da AUC do aprepitante e aumento simultâneo de 1,7 vez da AUC do diltiazem. Esses efeitos farmacocinéticos não resultaram em alterações clinicamente significativas de ECG, freqüência cardíaca ou pressão arterial, além das alterações induzidas apenas pelo diltiazem. Paroxetina: a administração concomitante de dose única diária de comprimidos de aprepitante na apresentação comprimido comparável a 85 mg ou 170 mg da apresentação cápsula com 20 mg de paroxetina 1x/dia resultou em cerca de 25% e 20% de diminuição da AUC e da Cmáx, respectivamente, tanto do aprepitante como da paroxetina.
REAÇÕES ADVERSAS: O perfil de segurança geral do aprepitante foi avaliado em cerca de 3.300 indivíduos. Em 2 estudos clínicos bem-controlados em pacientes tratados com quimioterapia antineoplásica altamente emetogênica, 544 pacientes foram tratados com aprepitante no 1º ciclo da quimioterapia, dos quais 413 continuaram a participar durante a extensão com Ciclos Múltiplos por até 6 ciclos de quimioterapia. EMEND foi administrado com ondansetron e dexametasona (esquema com aprepitante) e, em geral, foi bem-tolerado. A maioria das experiências adversas relatadas nesses estudos clínicos foi descrita como de intensidade leve a moderada. No 1º ciclo foram relatadas experiências adversas clínicas relacionadas ao medicamento por aproximadamente 17% dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante em comparação com cerca de 13% dos que receberam a terapia-padrão. O aprepitante foi descontinuado em conseqüência de experiências adversas clínicas relacionadas ao medicamento por 0,6% dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante em comparação com 0,4% dos que receberam a terapia-padrão. As experiências adversas relacionadas ao medicamento mais comumente observadas em pacientes tratados com o esquema com aprepitante foram: soluços (4,6%), astenia/fadiga (2,9%), ALT elevada (2,8%), constipação (2,2%), cefaléia (2,2%) e anorexia (2,0%). As seguintes experiências adversas relacionadas ao medicamento foram observadas em pacientes tratados com o esquema com aprepitante a uma incidência maior do que a verificada nos indivíduos que receberam a terapia-padrão: [Comum (>1/100, <1/10); Incomum (>1/1.000, <1/100)] Distúrbios do sistema linfático e sangüíneos. Incomum: anemia. Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum: anorexia. Incomum: ganho de peso. Distúrbios psiquiátricos: Incomum: desorientação, euforia. Distúrbios do sistema nervoso. Comum: cefaléia. Incomum: tontura, alteração dos sonhos. Distúrbios oculares: Incomum: conjuntivite. Distúrbios do ouvido e labirinto: Incomum: zumbido. Distúrbios cardíacos: Incomum: bradicardia. Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais. Comum: soluços. Incomum: faringite, espirro. Distúrbios gastrintestinais: Comum: constipação, diarréia, dispepsia. Incomum: náusea, refluxo ácido, disgeusia, desconforto epigástrico, obstipação, doença do refluxo gastroesofágico, úlcera duodenal perfurada, vômitos. Distúrbios dos tecidos cutâneo e subcutâneo: Incomum: erupções cutâneas, acne, fotossensibilidade. Distúrbios renais e urinários: Incomum: poliúria. Distúrbios gerais e condições no local da administração: Comum: astenia/fadiga. Incomum: dor abdominal, edema, rubor. Exames: Comum: ALT elevada, AST elevada. Incomum: fosfatase alcalina elevada, hiperglicemia, hematúria microscópica, hiponatremia. O perfil de experiências adversas na extensão com Ciclos Múltiplos por até 6 ciclos de quimioterapia foi, em geral, semelhante ao observado no 1º ciclo. Em outros estudos clínicos, foram relatados casos isolados de experiências adversas graves. Foi relatada síndrome de Stevens-Johnson em um paciente que recebia aprepitante junto a quimioterapia antineoplásica em um outro estudo de náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia (NVIQ). Foram relatados angioedema e urticária em um paciente tratado com aprepitante em um estudo não-NVIQ. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO EMEND é administrado por 3 dias como parte de um esquema que inclui um corticosteróide e um antagonista da 5-HT3. A dose recomendada de EMEND é de 125 mg por via oral (VO) 1 hora antes da quimioterapia (1º dia) e 80 mg/dia na manhã do 2º e do 3º dia. Nos estudos clínicos, foi utilizado o seguinte esquema:

+ EMEND foi administrado por via oral 1 hora antes da quimioterapia no 1º dia e na manhã do 2º e do 3º dia.
++ A dexametasona foi administrada 30 minutos antes da quimioterapia no 1º dia e na manhã do 2º ao 4º dia; a dose de dexametasona foi escolhida para compensar as interações medicamentosas.
O ondansetron foi administrado 30 minutos antes da quimioterapia no 1º dia.
Veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS para mais informações sobre a administração de EMEND com corticosteróides e outros antieméticos EMEND pode ser tomado com ou sem alimentos. Não é necessário ajustar a dose para idosos. Não é necessário ajustar a dose de acordo com o sexo ou a raça. Não é necessário ajustar a dose para pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina <30 mL/min) ou pacientes com doença renal em estágio terminal submetidos a hemodiálise. Não é necessário ajustar a dose para pacientes com insuficiência hepática leve a moderada (escore de Child-Pugh de 5 a 9). Não existem dados clínicos para pacientes com insuficiência hepática grave (pontuação de Child-Pugh >9). SUPERDOSAGEM: Não há informações disponíveis sobre o tratamento da superdosagem com EMEND. Doses únicas de até 600 mg de aprepitante foram, em geral, bem-toleradas em indivíduos saudáveis. O aprepitante normalmente foi bem-tolerado quando administrado em dose única diária de 375 mg por até 42 dias a pacientes em estudos não-NVIQ. Em 33 pacientes com câncer, a administração de uma dose única de 375 mg de aprepitante no 1º dia e 250 mg 1x/dia do 2º ao 5º dia foi, em geral, bem tolerada. Foram relatadas sonolência e cefaléia em um paciente que tomou 1.440 mg de aprepitante. No caso de superdosagem, EMEND deve ser descontinuado e deve ser instituído um tratamento de suporte geral com monitoração do paciente. Em razão da atividade antiemética do aprepitante, os vômitos induzidos por medicamento podem não ser eficazes. O aprepitante não é removido por hemodiálise. PACIENTES IDOSOS: Em estudos clínicos, a eficácia e a segurança de EMEND em idosos (&Mac179;65 anos de idade) foram equivalentes às observadas em pacientes mais jovens (<65 anos); portanto, não é necessário ajustar a dose para pacientes idosos. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Registro MS - 1.0029.0113. * Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA. |
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| Levaquin* (Levofloxacino) |
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Forma farmacêutica e apresentações: embalagens contendo 3 e 7 comprimidos de 250 mg e embalagem contendo 7, 10 e 50 comprimidos de 500 mg. Solução concentrada para infusão intravenosa: frasco-ampola contendo 20 mL de solução concentrada (25 mg/mL), equivalente a 500 mg de levofloxacino. Solução diluída para infusão intravenosa, pronta para uso: bolsa flexível contendo 100 mL de solução diluída em glicose 5%, equivalente a 500 mg de levofloxacino. USO ADULTO: Indicações e Pososlogia Levaquin* - sinusite (500mg/dia/ 10 a 14 dias), exacerbações agudas de bronquite crônica (500mg/dia/ 5 a 7 dias), e pneumonia (500mg/dia/ 7 a 14 dias). Infecções da pele e tecido subcutâneo (500mg/dia/ 7 a 10 dias). Osteomielite (500mg/dia/ 6 a 12 semanas). Infecções complicadas do trato urinário e pielonefrite aguda (250mg/dia/ 10dias) . Infecções não-complicadas do trato urinário (250mg/dia/ 3 dias). Em pacientes com insuficiência renal: é necessário o ajuste das doses para evitar o acúmulo de levofloxacino devido à diminuição da depuração. Contra-indicações: hipersensibilidade ao levofloxacino, a outros agentes antimicrobianos derivados das quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto. Advertências e Precauções: Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade grave e ocasionalmente fatal foram relatadas em pacientes que receberam tratamento com quinolonas, incluindo o levofloxacino. essas reações freqüentemente ocorrem após a primeira dose. O tratamento com o levofloxacino deve ser interrompido imediatamente diante do aparecimento de exantema cutâneo ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade. Foram relatadas convulsões e psicoses tóxicas em pacientes sob tratamento com derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino. As quinolonas também podem provocar um aumento da pressão intracraniana e estimulação do sistema nervoso central. Se essas reações ocorrerem em pacientes sob tratamento com o levofloxacino, a droga deve ser descontinuada. Algumas quinolonas, incluindo o levofloxacino, têm sido associadas ao prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e à casos infreqüentes de arritmia. Durante o período pós-comercialização, casos muito raros de Torsades de Pointes foram relatados em pacientes tomando levofloxacino. Em geral, estes relatos envolveram pacientes que já apresentavam condições médicas associadas ou faziam uso concomitante de outros medicamentos que poderiam ter contribuído para o evento. O risco de arritmias pode ser reduzido evitando-se o uso concomitante com outros fármacos que prolongam o intervalo QT incluindo agentes antiarrítmicos classe IA ou III; além disso, o uso de levofloxacino deve ser evitado na presença de fatores de risco para torsades de pointes como hipocalemia, bradicardia significante e cardiomiopatia. Rupturas dos tendões do ombro, da mão ou do tendão de aquiles, exigindo reparação cirúrgica ou resultando em incapacidade prolongada foram relatadas em pacientes que receberam quinolonas, incluindo o levofloxacino. o risco pode ser maior em pacientes que estejam concomitantemente recebendo corticosteróides, especialmente os idosos. O tratamento com levofloxacino deve ser interrompido se o paciente apresentar dor, inflamação ou ruptura de tendão. A ruptura de tendão pode ocorrer durante ou após a terapia com quinolonas, incluindo o levofloxacino. Deve-se ter cuidado ao administrar o levofloxacino em pacientes com insuficiência renal, pois a droga é excretada principalmente pelo rim. Como no caso das outras quinolonas, foram relatados distúrbios na glicose sangüínea, geralmente em pacientes diabéticos sob tratamento concomitante com um agente hipoglicemiante oral ou com insulina. Nestes pacientes, recomenda-se cuidadosa monitoração da glicose sangüínea. se ocorrer uma reação hipoglicemiante, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido. Advertência relativa apenas à administração intravenosa Uma vez que a injeção intravenosa rápida, em bolus, pode resultar em hipotensão, as injeções de levofloxacino só devem ser administradas através de infusão intravenosa lenta, ao longo de um período não inferior a 60 minutos. Levaquin* injetável: Levaquin* solução injetável só deve ser administrado por infusão intravenosa. Interações medicamentosas e outras formas de interação- Quando Levaquin* é administrado por via oral: a administração concomitante de comprimidos de Levaquin* e antiácidos contendo cálcio, magnésio ou alumínio, bem como sucralfato, cátions metálicos como ferro e preparações multivitamínicas contendo zinco podem interferir na absorção gastrintestinal do levofloxacino. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administração do levofloxacino. - Quando Levaquin* é administrado por via intravenosa: nenhum derivado quinolônico deve ser administrado, por via intravenosa, concomitantemente a qualquer solução contendo cátions divalentes, como o magnésio, através da mesma linha intravenosa. A administração concomitante de levofloxacino e teofilina pode prolongar a meia-vida desta última, elevar os níveis de teofilina no soro e aumentar o risco de reações adversas relacionadas à teofilina. A administração concomitante do levofloxacino com a warfarina, a digoxina ou a ciclosporina não exige modificação das doses de nenhum dos compostos. Entretanto, o tempo de protrombina e os níveis de digoxina devem ser cuidadosamente monitorados em pacientes que estejam sob tratamento concomitante com warfarina ou digoxina, respectivamente. O levofloxacino pode ser administrado com segurança a pacientes sob tratamento concomitante com probenecida ou cimetidina, desde que a dose do levofloxacino seja adequadamente ajustada com base na função renal do paciente. A administração concomitante de drogas antiinflamatórias não-esteróides e de derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimulação do SNC e de convulsões. Alterações dos níveis de glicose sangüínea, incluindo hiperglicemia e hipoglicemia, foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolonas e agentes antidiabéticos. A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Gravidez e lactaçãoNão foram realizados estudos controlados com Levaquin* em gestantes. Uso pediátrico A segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes em fase de crescimento não foram estabelecidas. portanto, a utilização do levofloxacino nessas faixas etárias não é recomendada. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas Levaquin* pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura. Reações adversas:Levaquin* é, em geral, bem tolerado. As reações adversas mais comumente observadas (incidência 1%) foram: diarréia e náusea. Outras reações adversas observadas com incidência entre 0,3 e 1% foram: flatulência, dor abdominal, prurido, exantema, dispepsia, insônia, vertigens e vaginite. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Registro M.S. 1.1236.3316 Informações completas para prescrição: Vide bula. Serviço de Atendimento ao Consumidor 0800.7011851 - www.janssen-cilag.com.br * Levaquin Marca de Daiichi Corporation
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| Durogesic® fentanil transdérmico |
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Forma farmacêutica e apresentações: Embalagens com 5 adesivos de 2,5 mg, 5 mg, 7,5 mg ou 10 mg de fentanila, correspondentes, respectivamente, à liberação de 25 µg/h, 50 µg/h, 75 µg/h ou 100 µg/h de fentanila por via transdérmica. Uso adulto. Indicações e posologia: Dor crônica e de difícil manejo que necessite analgesia com opióides. A dose deve ser individualizada, de acordo com a condição do paciente e o uso prévio de opióides. O adesivo de Durogesic® deve ser aplicado no dorso ou nos braços, em uma área plana de pele não irritada e não irradiadada, limpa apenas com água, seca e sem pelos (cortados e não raspados), e substituído a cada 3 dias. Em pacientes virgens de tratamento com opióides, deve-se iniciar com a dose mais baixa (adesivos de 25 µg/h). Em pacientes que já usam opióides, deve-se converter a dose prévia de analgésicos necessária em 24 hs à dose oral equianalgésica de morfina (tabela detalhada de conversão disponível na bula integral) - 90 mg/dia de morfina oral equivalem a 25 µg/h de Durogesic®. Após a aplicação do adesivo, o tratamento analgésico anterior deve ser descontinuado gradativamente. Em razão do aumento gradual da concentração plasmática de fentanila, a avaliação do efeito analgésico de Durogesic® só é possível após 24 horas de uso do adesivo, e o ajuste de dose, após 3 dias. A titulação deve ser feita com aumentos de 25 µg/h de Durogesic®. Para doses superiores a 100 µg/h, pode ser usado mais de um adesivo. Quando a dose de Durogesic® for superior a 300 µg/h, alguns pacientes podem necessitar métodos adicionais ou alternativos de administração de opióides. Contra-indicações: Hipersensibilidade à fentanila ou aos adesivos; dor branda ou intermitente; dor aguda ou pós-operatória. Precauções e advertências: Os adesivos não devem ser cortados ou danificados, para evitar a liberação não controlada de fentanila. Pacientes com reações adversas graves devem ser monitorizados durante 24 horas após a remoção do adesivo, pois as concentrações plasmáticas baixam progressivamente (50% em cerca de 17 hs). Recomenda-se monitorar a respiração, pois, como qualquer opióide, Durogesic® pode produzir hipoventilação (relacionada à dose). Cautela em pacientes com: doença pulmonar obstrutiva crônica, aumento da pressão intracranina, alteração de consciência, coma, tumor cerebral, bradicardia, doença hepática ou febre. Evitar calor direto no local de aplicação do adesivo. Gravidez e lactação: a segurança na gravidez não está estabelecida; Durogesic® não é recomendado em lactantes, pois passa para o leite. Durogesic® pode prejudicar a atenção e capacidade de dirigir e operar máquinas. Interações medicamentosas: Risco de sedação profunda, coma, hipoventilação e hipotensão, por efeito aditivo com: outros depressores do SNC, inibidores potentes do CYP 450 3A4 (itraconazol, ritonavir), anticolinérgicos, antidiarreicos (aumento de constipação), antihipertensivos, inibidores da MAO, bloqueadores neuromusculares. Reações adversas: hipoventilação, náusea, vômitos, constipação, hipotensão, bradicardia, sonolência, confusão mental, alucinações, euforia, exantema, prurido, retenção urinária, dor abdominal, cefaléia, arritmia, xerostomia, anorexia, diarréia, dispepsia, flatulência, astenia, tontura, nervosismo, ansiedade, depressão, tremor, ataxia, disartria, agitação, parestesia, amnésia, síncope, reação paranóide, pesadelos, dispnéia, apnéia, hemoptise, sudorese. Estas reações em geral desaparecem 24 hs após a retirada do adesivo. Venda sob prescrição controlada em receituário especial (formulário A), com retenção da receita. Reg. MS -1.1236.0027. Informações adicionais para prescrição: vide bula completa. INFOC 0800.7013017 - www.janssencilag.com.br Cód: R-622809/1.
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| Naropin® Cloridrato de Ropivacaína |
2 mg/ml, 7,5 mg/ml e 10 mg/ml
Anestésico Local
Sem Conservantes
FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES
NAROPIN® POLYAMP®: Solução estéril injetável 2 mg/ml (0,2%), 7,5 mg/ml (0,75%): Embalagens com 5 ampolas contendo 20 ml, em estojos individuais estéreis. Solução estéril injetável 10 mg/ml (1%): Embalagens com 5 ampolas contendo 10 ml ou 20 ml, em estojos individuais estéreis. Apresentações estéreis até a abertura da embalagem. NÃO USAR POR VIA INTRAVENOSA. NAROPIN® POLYBAG®: solução estéril injetável para infusão via peridural 2 mg/ml (0,2%). Embalagem com 5 bolsas contendo 100 ml, em estojos individuais estéreis. Apresentação estéril até a abertura da embalagem. USO EXCLUSIVAMENTE PARA INFUSÃO VIA PERIDURAL. A formulação é embalada em ampolas plásticas (POLYAMP®) e bolsas de infusão (POLYBAG®) para uso único. As ampolas são desenhadas para ajuste às seringas do tipo Luer Lock e Luer Fit. USO ADULTO. COMPOSIÇÃO: Cada ml contém: (0,2%) ou (0,75 %) ou (1%). Cloridrato de ropivacaína 2,0 mg 7,5 mg 10,0 mg. Excipientes q.s.p. 1 ml. Excipientes: cloreto de sódio, água para injeção, hidróxido de sódio/ácido clorídrico. USO HOSPITALAR E/OU PROFISSIONAL: As ampolas e bolsas de NAROPIN não devem ser reautoclavadas. Embalagens em estojos individuais estéreis devem ser empregadas quando a manipulação em condições estéreis for desejada. Não contém conservantes. Não reutilizar as embalagens ou sobras da solução. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO: Conservar em temperatura inferior à 30ºC. Não congelar. Proteger da luz e umidade. PRAZO DE VALIDADE: Vide cartucho. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. INFORMAÇÕES TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS: NAROPIN é uma solução para injeção/infusão, estéril, isotônica, isobárica e aquosa. O pH da solução é ajustado para 4,0-6,0 com hidróxido de sódio ou ácido clorídrico. A solução não contém conservantes, portanto destina-se a administração única. Propriedades Farmacodinâmicas: A ropivacaína é um anestésico local do tipo amida de longa duração com efeitos anestésico e analgésico. A administração de altas doses produz anestesia cirúrgica, enquanto que em baixas doses, produz bloqueio sensitivo (analgesia) com bloqueio motor limitado e não progressivo. O início e a duração do efeito anestésico local de NAROPIN dependem da dose e do local de administração enquanto que a presença de um vasoconstritor (ex.: epinefrina) tem pouca ou nenhuma influência. A ropivacaína, como outros anestésicos locais, causa bloqueio reversível da propagação do impulso pelas fibras nervosas, impedindo a entrada dos íons sódio através da membrana celular. Os anestésicos locais podem apresentar efeitos similares em outras membranas excitáveis, como por exemplo no cérebro e miocárdio. Se quantidades excessivas da droga alcançarem a circulação sistêmica, sintomas e sinais de toxicidade podem aparecer, provenientes dos sistemas nervoso central e cardiovascular. Os efeitos sobre o coração, medidos in vivo em estudos em animais, mostraram que a toxicidade cardíaca da ropivacaína é menor que a da bupivacaína. Ovelhas prenhes não apresentaram sensibilidade maior aos efeitos sistêmicos tóxicos da ropivacaína do que as ovelhas não prenhes. Voluntários sadios expostos a infusões intravenosas de doses tóxicas para o SNC mostraram significantemente menos efeitos cardíacos após a ropivacaína do que após a bupivacaína. Efeitos cardiovasculares indiretos (hipotensão, bradicardia) podem ocorrer após a administração peridural, dependendo da extensão do bloqueio simpático concomitante. Propriedades Farmacocinéticas: A ropivacaína tem um centro quiral e é o S-(-)-enantiômero puro. A ropivacaína possui pKa de 8,1 e razão de distribuição de 141 (25oC n-octanol/tampão fosfato pH 7,4). Os metabólitos têm atividade farmacológica menor que a ropivacaína. A concentração plasmática depende da dose, via de administração e vascularização no local da injeção. A ropivacaína apresenta farmacocinética linear e a concentração plasmática máxima é proporcional à dose. A ropivacaína apresenta, após administração peridural, absorção completa e bifásica, sendo as meias-vidas de 14 min e 4 horas. A absorção lenta é um fator limitante na eliminação da ropivacaína, o que explica a maior meia-vida de eliminação aparente após a administração peridural, que por via intravenosa. A ropivacaína apresenta depuração plasmática total média de 440 ml/min, depuração de fração livre de 8 l/min, depuração renal de 1 ml/min, volume de distribuição no estado de equilíbrio de 47 litros e meia-vida de eliminação terminal de 1,8 h após a administração i.v.. A ropivacaína tem uma razão de extração hepática intermediária de aproximadamente 0,4. Está principalmente ligada a aa1-glicoproteína ácida no plasma, sendo de aproximadamente 6% a fração não-ligada. Aumento das concentrações plasmáticas totais foi observado durante infusão peridural contínua e interescalênica, relacionado ao aumento pós-operatório da a1-glicoproteína ácida. Variações na concentração da fração não-ligada, isto é, farmacologicamente ativa, foram muito menores do que na concentração plasmática total. A ropivacaína é extensivamente metabolizada no fígado em 3-hidroxi-ropivacaína, principalmente por hidroxilação aromática mediada pelo citocromo P4501A2 e em PPX por N-desalquilação mediada pela CYP3A4. Após administração intravenosa única, 37% da dose total é excretado na urina como 3-hidroxi-ropivacaína livre e conjugada, o metabólito principal. Concentrações baixas de 3-hidroxi-ropivacaína foram encontradas no plasma. A excreção urinária de PPX e outros metabólitos representa menos de 3% da dose. Durante a infusão peridural, tanto o PPX como a 3-hidroxi-ropivacaína são os principais metabólitos excretados na urina. A concentração total de PPX no plasma foi cerca de metade da concentração de ropivacaína total; entretanto, as concentrações médias de PPX foram cerca de 7 a 9 vezes maiores que a da ropivacaína livre após infusão peridural contínua por até 72 horas. O limiar para concentrações plasmáticas de PPX livre tóxicas para o SNC em ratos é cerca de 12 vezes maior que aquele para a ropivacaína. A ropivacaína atravessa a placenta imediatamente e o equilíbrio em relação à concentração livre será rapidamente alcançado. A taxa de ligação às proteínas plasmáticas no feto é menor do que na mãe, o que resulta em menores concentrações plasmáticas no feto. Não há evidências de racemização in vivo da ropivacaína. Dados de segurança pré-clínicos: Baseado em estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de doses únicas e repetidas, toxicidade reprodutiva, potencial mutagênico e toxicidade local, nenhum risco foi identificado para humanos além daqueles que podem ser esperados com relação à ação farmacodinâmica de altas doses de ropivacaína (por exemplo, sinais SNC, incluindo convulsões e cardiotoxicidade). INDICAÇÕES: NAROPIN está indicado para: Anestesia em cirurgia: - bloqueio peridural, incluindo cesárea; - bloqueio nervoso maior; - bloqueios infiltrativos e do campo operatório. Estados dolorosos agudos: - infusão peridural contínua ou administração intermitente em bolo, como por exemplo em dor pós-operatória ou trabalho de parto; - bloqueios infiltrativos e do campo operatório; - injeção intra-articular. CONTRA-INDICAÇÕES: Hipersensibilidade aos anestésicos locais do tipo amida. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS: Os procedimentos anestésicos regionais devem sempre ser realizados em local com pessoal, equipamentos e medicamentos adequados para monitorização e ressuscitação de emergência. Os pacientes que serão submetidos a bloqueios maiores devem estar em ótimas condições e ter um acesso venoso instalado antes do início do bloqueio. O médico responsável deverá tomar as precauções necessárias para evitar a administração intravascular (ver item Posologia e Modo de Usar), ser devidamente treinado e estar familiarizado com o diagnóstico e tratamento de efeitos colaterais, toxicidade sistêmica e outras complicações (ver item Superdosagem). O bloqueio nervoso periférico maior pode implicar na administração de grande volume de anestésico local em áreas altamente vascularizadas frequentemente perto de grandes vasos aonde existe um risco aumentado de injeção intravascular e/ou absorção sistêmica rápida, a qual pode desencadear altas concentrações plasmáticas. Certos procedimentos anestésicos locais, tais como injeção nas regiões da cabeça e pescoço, podem estar associados com uma maior freqüência de reações adversas graves, independentemente do anestésico local utilizado. Pacientes em condição geral debilitada devida à idade ou outros fatores, tais como bloqueio parcial ou completo da condução cardíaca, hepatopatia avançada ou disfunção renal severa, requerem especial atenção, embora a anestesia regional seja frequentemente a técnica anestésica ótima nesses pacientes. A ropivacaína é metabolizada pelo fígado, portanto, deve ser usada com cuidado em pacientes com hepatopatia grave. Pode ser necessário reduzir as doses repetidas devido à demora na eliminação. Geralmente não é necessário modificar a dose em pacientes com insuficiência renal, quando NAROPIN é utilizado em dose única ou em tratamento de curta duração. A acidose e redução da concentração das proteínas plasmáticas, frequentemente observadas em pacientes com insuficiência renal crônica, podem aumentar o risco de toxicidade sistêmica (ver item Posologia e Modo de Usar). A anestesia peridural pode ocasionar hipotensão e bradicardia. O risco de tais efeitos pode ser reduzido, por exemplo, pela expansão volêmica ou pela injeção de um vasopressor. A hipotensão deve ser tratada imediatamente com, por exemplo, 5-10 mg de efedrina por via intravenosa, sendo repetidos se necessário. Quando NAROPIN é administrado como injeção intra-articular recomenda-se cautela quando há suspeita de traumatismo articular recente maior ou quando pelo procedimento cirúrgico houver formação de superfícies cruentas extensas no interior da articulação, uma vez que isto pode acelerar a absorção e resultar em concentrações plasmáticas maiores. A administração prolongada de ropivacaína deve ser evitada em pacientes tratados com inibidores potentes da CYP1A2 como a fluvoxamina e a enoxacina (ver item Interações Medicamentosas). Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas. Além do efeito anestésico direto, os anestésicos locais podem ter efeitos muito leves na função mental e coordenação até mesmo na ausência evidente de toxicidade do SNC e podem, temporariamente, prejudicar a locomoção e vigília. Uso durante a gravidez e lactação. Gravidez; Exceto pelo uso obstétrico, não existem dados adequados sobre o uso de ropivacaína durante a gestação. Estudos em animais não indicam efeitos nocivos diretos ou indiretos em relação à gestação, desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou desenvolvimento pós-natal. Lactação: Não existem estudos sobre a excreção de ropivacaína ou de seus metabólitos no leite humano. Baseado na relação leite/concentração plasmática em ratas, a dose diária estimada para um filhote é de aproximadamente 4% da dose administrada à mãe. Assumindo que a relação em humanos é da mesma grandeza, a dose total de ropivacaína a qual o recém-nascido é exposto pelo aleitamento é bem menor que a exposição no útero em mulheres grávidas de termo. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: A ropivacaína deve ser usada com cuidado em pacientes sob tratamento com outros anestésicos locais ou outras substâncias estruturalmente relacionadas com os anestésicos locais do tipo amida, como por exemplo certos antiarrítmicos como a lidocaína e a mexiletina, uma vez que os efeitos sistêmicos tóxicos são aditivos. Em voluntários sadios, a depuração da ropivacaína foi reduzida em até 77% durante a administração concomitante de fluvoxamina, um inibidor competitivo potente da P4501A2. A CYP1A2 está envolvida na formação da 3-hidroxi-ropivacaína, um metabólito importante. Portanto, inibidores potentes da CYP1A2 como a fluvoxamina e a enoxacina, administrados concomitantemente com NAROPIN, podem causar uma interação medicamentosa que leva ao aumento da concentração plasmática de ropivacaína. Portanto, a administração da ropivacaína a longo prazo deve ser evitada em pacientes tratados com inibidores potentes da CYP1A2 como a fluvoxamina e a enoxacina (ver item Precauções e Advertências). Incompatibilidades: a alcalinização pode causar precipitação, pois a ropivacaína é pouco solúvel em pH superior a 6. REAÇÕES ADVERSAS: Geral: O perfil de reações adversas da ropivacaína é similar ao dos outros anestésicos locais de longa duração do tipo amida. Como para outros anestésicos locais, os efeitos colaterais relatados após o uso de NAROPIN incluem efeitos fisiológicos do bloqueio nervoso propriamente, como hipotensão, bradicardia e retenção urinária após bloqueio peridural e eventos causados diretamente pela introdução da agulha (ex.: hematoma espinhal, cefaléia após punção pós-dural) ou indiretamente pela introdução de microrganismos (ex.: meningite e abscesso peridural). As reações adversas mencionadas abaixo incluem não apenas as reações causadas pelo fármaco, mas também efeitos colaterais fisiológicos frequentemente associados. A porcentagem esperada de pacientes que apresentam reações adversas varia com a via de administração de NAROPIN. Reações adversas sistêmicas de NAROPIN ocorrem, em geral, por administração intravascular acidental, dose excessiva ou absorção rápida. Reações adversas (de todos os tipos de bloqueio): Muito comum (>1/10); Transtorno vascular: hipotensão. Transtorno gastrointestinal: náusea. Comum (> 1/100): Transtorno do sistema nervoso: parestesia, vertigem, cefaléia*. Transtorno cardíaco: bradicardia, taquicardia.Transtorno vascular: hipertensão. Transtorno gastrointestinal: vômito*. Transtorno renal e urinário: retenção urinária*. Transtornos gerais e no local de aplicação: hipertermia, rigor, lombalgia. Incomum (> 1/1000): Transtorno psiquiátrico: ansiedade. Transtorno do sistema nervoso: sintomas de toxicidade do SNC (convulsões, convulsões do tipo grande mal, crises epilépticas, alucinações, parestesia perioral, dormência da língua, hiperacusia, zumbidos, alterações visuais, disartria, contratura muscular, tremor)**, hipoestesia*. Transtorno vascular: síncope*. Transtorno respiratório, torácico e do mediastino: dispnéia*. Transtornos gerais e no local de aplicação: hipotermia*. Rara (> 1/10.000): Transtorno cardíaco: parada cardíaca, arritmia cardíaca. Transtorno geral e no local de aplicação: reações alérgicas (reações anafiláticas, edema angioneurótico e urticária). * Estas reações são mais freqüentes após anestesia espinhal. ** Estes sintomas ocorrem, em geral, por injeção intravascular acidental, superdosagem ou absorção rápida (ver item Superdosagem). Reações adversas relacionadas à classe terapêutica: Esta seção inclui complicações relacionadas com a técnica anestésica independente do anestésico local utilizado. Complicações neurológicas: Neuropatia e disfunção medular (ex.: síndrome da artéria espinhal anterior, aracnoidites, síndrome da cauda eqüina) têm sido associadas a anestesia peridural. Bloqueio espinhal total: O bloqueio espinhal total pode ocorrer se a dose epidural é inadvertidamente administrada intratecal. POSOLOGIA E MODO DE USAR: NAROPIN deverá apenas ser utilizado por ou sob a supervisão de médicos experientes em anestesia regional. A tabela que segue é um guia das doses para os bloqueios mais usados. A dose deve ser baseada na experiência do anestesista e na condição física do paciente. Em geral, a anestesia cirúrgica (ex.: administração peridural) requer o uso de altas concentrações e doses. Para analgesia recomenda-se o uso de NAROPIN 2 mg/ml, exceto para a administração intra-articular onde NAROPIN 7,5 mg/ml é recomendado. As doses apresentadas na tabela acima são aquelas consideradas como necessárias à produção de bloqueio com sucesso, devendo ser utilizadas como guia para uso em adultos. Podem ocorrer variações individuais no início e duração do efeito. Os dados mostram a faixa de dose média necessária. Para outras técnicas de anestesia local, literatura padrão deve ser consultada. A fim de evitar a injeção intravascular recomenda-se aspiração cuidadosa antes e durante a administração da dose principal, a qual deve ser injetada lentamente ou em doses crescentes, na velocidade de 25-50 mg/min, sempre observando atentamente as funções vitais do paciente e mantendo contato verbal. Quando se pretende administrar uma dose peridural, recomenda-se uma dose teste de 3-5 ml de lidocaína (Xylocaína 1-2%) com adrenalina. A injeção intravascular acidental pode ser reconhecida pelo aumento temporário da freqüência cardíaca e em caso de injeção intratecal acidental, por sinais de bloqueio espinhal. A injeção deve ser interrompida imediatamente se ocorrerem sintomas tóxicos. Em bloqueio peridural para cirurgia, doses únicas de até 250 mg de ropivacaína foram usadas e são bem toleradas. Quando bloqueios peridurais prolongados são utilizados, tanto por infusão contínua como por administração em bolo repetidas, devem ser considerados os riscos de indução de lesão neural ou concentrações tóxicas plasmáticas. A experiência até a presente data indica que a dose acumulada de aproximadamente 800 mg de ropivacaína/24 horas é bem tolerada em adultos, assim como infusão peridural contínua pós-operatória de até 28 mg/h por 72 horas. Para o tratamento da dor pós-operatória recomenda-se a seguinte técnica: a menos que seja instalado antes da operação, induzir o bloqueio peridural com NAROPIN 7,5 mg/ml (0,75%) pelo catéter peridural colocado antes da operação. A analgesia é mantida com NAROPIN infusão 2 mg/ml (0,2%). Os estudos clínicos demonstraram que velocidades de infusão de 6-14 ml/h (12-28 mg/h), proporcionam analgesia adequada com somente leve bloqueio motor não-progressivo na maioria dos casos de dor pós-operatória de grau moderado a grave. Com essa técnica, foi observada redução significativa da necessidade de opióides. Em estudos clínicos, uma infusão peridural de NAROPIN 2 mg/ml isolado ou associado a fentanila 1-4 mcg/ml foi administrada por até 72 horas para o controle da dor pós-operatória. NAROPIN 2 mg/ml (6-14 ml/h) forneceu alívio da dor adequado para a maioria dos pacientes. A combinação de NAROPIN e fentanila forneceu melhor alívio da dor, mas causou efeitos colaterais de opióides. Concentrações acima de 10 mg/ml não estão bem documentadas para uso em cesárea. Quando bloqueios periféricos nervosos prolongados são aplicados, seja por infusão contínua ou através de injeções repetidas, os riscos de atingir a concentração plasmática tóxica ou induzir lesão neural local, devem ser considerados. Até que se obtenha maior experiência, NAROPIN não está recomendado para crianças abaixo de 12 anos. NAROPIN solução para infusão em bolsas plásticas (POLYBAGÒ) é quimicamente e fisicamente compatível com as seguintes drogas: Concentração de Naropin: 1-2 mg/ml.

Aditivo: Concentração:
| Citrato de fentanila |
Citrato de sufentanila |
Sulfato de morfina |
Cloridrato de clonidina |
| 1,0 10,0 mcg/ml |
0,4 4,0 mcg/ml |
20,0 100,0 mcg/ml |
5,0 50,0 mcg/ml |
As misturas são quimicamente e fisicamente estáveis por 30 dias a 30°C. Do ponto de vista microbiológico, as misturas devem ser usadas imediatamente. Em caso contrário, os tempos de estocagem e as condições antes do uso são responsabilidade do usuário. SUPERDOSAGEM: Sinais e sintomas: Reações sistêmicas tóxicas envolvem, primariamente, o sistema nervoso central (SNC) e o sistema cardiovascular. Tais reações são causadas pela alta concentração sangüínea do anestésico local, que pode ocorrer devido a administração intravascular (acidental), superdosagem ou por absorção excepcionalmente rápida de áreas altamente vascularizadas (ver item Precauções e Advertências). As reações do SNC são similares para todos os anestésicos locais do tipo amida, enquanto que as reações cardíacas são mais dependentes do fármaco, tanto quantitativamente quanto qualitativamente. A injeção intravascular acidental de anestésicos locais pode causar efeitos tóxicos imediatos (dentro de segundos a poucos minutos). Na ocorrência de superdosagem, a toxicidade sistêmica aparece mais tarde (15-60 minutos após a injeção) por causa do aumento mais lento da concentração sangüínea do anestésico local. A toxicidade do sistema nervoso central é uma resposta gradual com sinais e sintomas de gravidade crescente. Em geral, os primeiros sintomas são: alucinações, parestesia perioral, dormência da língua, hiperacusia, zumbidos e alterações visuais. Disartria, contraturas musculares ou tremores são mais graves e precedem o início de convulsões generalizadas. Estes sinais não devem ser confundidos com comportamento neurótico. Em seqüência, podem ocorrer inconsciência e convulsões do tipo grande mal, podendo durar de poucos segundos até muitos minutos. Hipóxia e hipercarbia ocorrem rapidamente durante as convulsões devido ao aumento da atividade muscular, em conjunto com a interferência com a respiração. Em casos graves, pode ocorrer até apnéia. A acidose aumenta e prolonga os efeitos tóxicos dos anestésicos locais. A recuperação segue-se à redistribuição do anestésico local do sistema nervoso central e subsequente metabolismo e excreção. A recuperação pode ser rápida, a menos que tenha sido administrada grande quantidade do anestésico. A toxicidade cardiovascular indica uma situação mais grave e, em geral, é precedida por sinais de toxicidade no SNC, exceto se o paciente estiver recebendo um anestésico geral ou estiver profundamente sedado com benzodiazepínicos ou barbitúricos. Podem ocorrer hipotensão, bradicardia, arritmia e até mesmo parada cardíaca como resultado de altas concentrações sistêmicas de anestésicos locais. Tratamento: Em caso de sinais de toxicidade sistêmica, a administração deve ser interrompida imediatamente. Na ocorrência de convulsões, tratamento será necessário, de maneira a manter a oxigenação, eliminar as convulsões e manter a circulação. Deve-se administrar oxigênio e, quando necessário, ventilação assistida (máscara e bolsa ou intubação traqueal). Se as convulsões não pararem espontaneamente dentro de 15-20 segundos, administrar intravenosamente um anticonvulsivante. O tiopental sódico na dose de 1,3 mg/kg (i.v.) elimina as convulsões rapidamente. Embora a ação seja lenta, alternativamente pode-se usar diazepam na dose de 0,1 mg/kg (i.v.). Convulsões prolongadas podem prejudicar a ventilação e a oxigenação do paciente. Neste caso, a administração de um relaxante muscular (por exemplo: succinilcolina, 1 mg/kg) irá eliminar as convulsões rapidamente de forma que a ventilação e a oxigenação possam ser controladas. A intubação traqueal deve ser considerada em tais situações. Se a depressão cardiovascular é evidente (hipotensão, bradicardia), deve-se administrar 5-10 mg de efedrina (i.v.) e, se necessário, repetir a aplicação após 2-3 minutos. Em caso de parada circulatória, instituir ressuscitação cardiopulmonar imediatamente. Adequada oxigenação e ventilação e suporte cardiovascular, bem como o tratamento da acidose são de importância vital. PACIENTES IDOSOS: Vide Precauções e Advertências. PRODUTO NOVO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO SUA EFICÁCIA E SUA SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVERÁ SER NOTIFICADO. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. MS - 1.1618.0094 - Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho - CRF - SP nº 19.097. Produzido por: AstraZeneca AB - Suécia para AstraZeneca do Brasil Ltda. - Rod. Raposo Tavares, km 26,9 - Cotia - SP - CEP 06707-000 - CNPJ 60.318.797/0001-00. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - USO HOSPITALAR E/OU PROFISSIONAL - Indústria Brasileira. Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho. Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo AstraZeneca. Versão 9 - Outubro/02
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| Tavanic® Levofloxacina |
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"Informações Resumidas do Produto"
TAVANIC® (levofloxacina). Solução diluída para infusão intravenosa (IV), pronta para uso. Indicações: tratamento de infecções bacterianas causadas por agentes sensíveis à levofloxacina, como: infecções do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite, exacerbações agudas de bronquite crônica e pneumonia; infecções da pele e tecido subcutâneo, como impetigo, abscessos, furunculose, celulite e erisipela; infecções do trato urinário, incluindo pielonefrite; osteomielite; septicemia/bacteremia relacionadas às indicações acima; infecções intra-abdominais. Contra-indicações: pacientes com hipersensibilidade à levofloxacina, a outras quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto; pacientes com epilepsia; pacientes com história de problemas no tendão relacionadas à administração de fluorquinolona; crianças ou adolescentes; durante a gravidez; mulheres lactantes. Gravidez e Lactação: TAVANIC® não deve ser utilizado em gestantes ou durante a lactação. Interações Medicamentosas: Teofilina, fenbufeno ou antiinflamatórios não-esteroidais similares: pode ocorrer redução pronunciada no limiar da convulsão cerebral na administração concomitante de quinolonas e teofilina, fármacos antiinflamatórios não-esteroidais ou outros agentes que diminuem o limiar da convulsão. Probenecida e cimetidina: cautela com a administração concomitante de levofloxacina com drogas que afetam a secreção tubular renal, como probenecida e cimetidina, especialmente em pacientes com insuficiência renal. O clearance renal da levofloxacina foi reduzido pela cimetidina (24%) e probenecida (34%). Ciclosporina: a meia-vida da ciclosporina é aumentada em 33% quando administrada concomitantemente a levofloxacina. Não é requerido o ajuste de dose da ciclosporina, uma vez que este aumento não é clinicamente relevante. Antagonistas da vitamina K: pacientes tratados concomitantemente com levofloxacina e antagonistas da vitamina K (ex.: varfarina), podem apresentar alteração nos testes de coagulação (tempo de protrombina corrigido) e/ou sangramento, os quais podem ser graves. Os parâmetros de coagulação devem ser monitorados em pacientes tratados com antagonistas da vitamina K. Outros: a farmacocinética da levofloxacina não foi afetada em qualquer proporção clinicamente significante quando administrada concomitantemente às seguintes drogas: carbonato de cálcio, digoxina, glibenclamida, ranitidina e varfarina. Interferências com testes laboratoriais: a levofloxacina pode inibir o crescimento do Mycobacterium tuberculosis e fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose. Reações Adversas: dor, vermelhidão no local da infusão, flebite; reações anafiláticas/anafilactóides, reações cutâneas; náusea, diarréia; anorexia, vômito, dor abdominal, dispepsia cefaléia, tontura/vertigem, sonolência, insônia; taquicardia, hipotensão; artralgia, mialgia, problemas no tendão incluindo tendinite; aumento de enzimas hepáticas, aumentos da bilirrubina e creatinina sérica; eosinofilia, leucopenia, neutropenia, trombocitopenia, astenia, supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismos resistentes. Precauções e Advertências: pacientes com insuficiência renal: a dose de levofloxacina deve ser ajustada nos pacientes com insuficiência renal, uma vez que a levofloxacina é excretada principalmente pelos rins. Prevenção da fotossensibilização: é recomendado que os pacientes não se exponham desnecessariamente à excessiva luz solar direta ou aos raios U.V. artificiais (por exemplo: luz ultravioleta, solarium), a fim de prevenir a fotossensibilização. Superinfecção: o uso de TAVANIC® (levofloxacina), especialmente se prolongado, pode resultar em um crescimento excessivo de organismos não suscetíveis. Avaliações repetidas das condições dos pacientes são essenciais. Devem ser tomadas medidas apropriadas, caso ocorra superinfecção durante o tratamento. Devido à baixa eficácia em anaeróbios, que são comuns em infecções intra-abdominais, em caso de suspeita de infecção por microrganismo anaeróbio, o uso de TAVANIC® (levofloxacina) deve ser associado ao uso de fármacos anaerobicidas. Pacientes com deficiência na enzima glicose-6-fosfato desidrogenase podem estar predispostos a reações hemolíticas quando tratados com agentes antibacterianos quinolônicos. Advertências: em pacientes predispostos à convulsão, como com qualquer outra quinolona, a levofloxacina deve ser utilizada com extrema cautela. Tais pacientes podem ser pacientes com lesão do sistema nervoso central pré-existente, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e antiinflamatórios não-esteroidais similares ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão cerebral, como a teofilina. Colite pseudomembranosa: a ocorrência de diarréia, particularmente grave, persistente e/ou com sangue, durante ou após o tratamento com levofloxacina pode ser indicativa de colite pseudomembranosa devido a Clostridium dificile. Na suspeita de colite pseudomembranosa, a administração de TAVANIC® (levofloxacina) deve ser interrompida imediatamente. O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente.Tendinite: a tendinite, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite. O risco de ruptura de tendão pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteróides. Na suspeita de tendinite, o tratamento com TAVANIC® (levofloxacina) deve ser interrompido imediatamente. Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas: algumas reações adversas (por exemplo: tontura/vertigem, sonolência, distúrbios visuais) podem prejudicar a habilidade dos pacientes em se concentrar e reagir; portanto, podem constituir um risco em situações onde essas habilidades são de extrema importância (por exemplo: dirigir veículos ou operar máquinas). Gravidez: TAVANIC® (levofloxacina) não deve ser utilizado em mulheres grávidas. Lactação: TAVANIC® (levofloxacina) não deve ser utilizado por mulheres lactantes. Posologia e Modo de Usar: TAVANIC® IV pode ser administrado 1 ou 2 vezes ao dia. A dose depende do tipo e severidade da infecção e da sensibilidade do patógeno. A duração do tratamento varia de acordo com o resultado clínico, com o período máximo de duração de 14 dias. Assim como para outros antibióticos, o tratamento com TAVANIC® deve ser continuado por um período mínimo de 48 a 72 horas após a febre ceder e quando há evidência de erradicação do patógeno. TAVANIC® injetável: só deve ser administrado por infusão intravenosa; não deve ser administrado por via intramuscular, intraperitoneal ou subcutânea. Atenção: deve-se evitar a infusão intravenosa rápida ou em "bolus". A infusão de TAVANIC® deve ser lenta, por um período de no mínimo 60 minutos para 500mg. Para orientações sobre doses, duração do tratamento, preparo e administração consulte a bula completa do produto. Composição e Apresentação: cada mL da solução diluída (frasco de vidro) para infusão contém: levofloxacina 5 mg; veículo q.s.p. 1 mL; veículo: ácido clorídrico concentrado, cloreto de sódio, hidróxido de sódio e água para injeção. Frasco de vidro contendo 5 mg/mL de levofloxacina (100 mL de solução diluída - equivalente a 500 mg de levofloxacina). VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Registro MS: 1.1300.0259. Data da última revisão: 28/03/03. "Para maiores informações antes de prescrever, favor ler a bula completa do produto".
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| Unasyn® sulbactan/ampicilina |
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Documento Resumido do Produto
UNASYN® Injetável UNASYN® Oral
(sulbactam sódico/ampicilina sódica) (tosilato de sultamicilina/sultamicilina)
Unasyn® injetável é a associação de sulbactam, um inibidor das beta-lactamases, e ampicilina. É indicado em infecções comunitárias causadas por bactérias suscetíveis aeróbias e anaeróbias, produtoras ou não de beta-lactamases, tais como infecções do trato respiratório, trato urinário, infecções intra-abdominais incluindo peritonite, colecistite, endometrite e celulite pélvica, septicemia bacteriana, infecções da pele e tecidos moles, infecções do osso e articulações e infecções gonocócicas. Pode ser administrado no peri-operatório e no trabalho de parto ou cesárea na profilaxia de infecção pós-operatória. Unasyn® oral é um medicamento à base de sultamicilina, que por sua vez é uma pró-droga da associação de sulbactam, um inibidor das beta-lactamases, e ampicilina. É indicado em infecções causadas por microrganismos suscetíveis. As indicações mais comuns são sinusite, otite média e amidalite; pneumonia bacteriana e bronquite; infecções do trato urinário e pielonefrite; infecções da pele e tecidos moles e infecções gonocócicas. Unasyn® oral pode ser indicado também em pacientes que requeiram terapia com sulbactam/ampicilina, após tratamento inicial com Unasyn® injetável. Contra-indicações: pacientes com história de reação alérgica a penicilinas ou a qualquer componente da fórmula. Advertências e Precauções: reações graves e ocasionalmente fatais de hipersensibilidade têm sido reportadas em pacientes sob terapia com penicilinas. Antes da terapia com penicilinas, cuidadosa pesquisa deve ser feita a respeito de prévias reações de hipersensibilidade. Reações anafiláticas graves requerem tratamento de emergência com adrenalina. Unasyn® injetável e oral não deve ser utilizado no tratamento de mononucleose infecciosa, por essa ser de origem viral. Uso durante a gravidez e lactação: A segurança para uso de Unasyn® oral e injetável durante a gravidez e lactação não foi estabelecida. Uso em crianças - Unasyn® oral: Devido a função renal não estar completamente desenvolvida em neonatos, isto deve ser considerado quando se utilizar a sultamicilina nestes pacientes. Interações Medicamentosas: alopurinol, anticoagulantes, cloranfenicol, eritromicina, sulfonamidas, tetraciclinas, contraceptivos orais contendo estrógeno, metrotexato, probenecida, aminoglicosídeos e interações nos testes laboratoriais. Reações adversas - Unasyn® injetável: reação no local da aplicação ou flebite; reação anafilactóide, choque anafilático, raros relatos de convulsão, náusea, vômito, diarréia, colite pseudomembranosa, rash, prurido, outras reaçãoes cutâneas, raros relatos de síndrome de Stevens-Johnson, necrose epidérmica, eritema multiforme, anemia, anemia hemolítica, trombocitopenia, eosinofilia e leucopenia reversíveis; elevações transitórias de TGO e TGP, bilirrubinemia, função hepática anormal, icterícia e raros casos de nefrite intersticial. Unasyn® oral: reação alérgica, choque anafilático, reação anafilactóide, tontura, diarréia/fezes amolecidas, náuseas, vômitos, desconforto epigástrico, melena, dor/espasmo abdominais, dispnéia, rash, prurido, angioedema, dermatite, urticária, e raros casos de sonolência/sedação, fadiga/mal estar e dor de cabeça (vide bula completa do produto). Posologia - Unasyn® injetável: Uso em Adultos: a dose usual varia de 1,5 g a 12 g por dia em doses a cada 6 ou 8 horas até a dose máxima diária de 4 g de sulbactam. Infecções menos graves podem ser tratadas a cada 12 horas. Na profilaxia de infecções cirúrgicas a dose de 1,5 a 3,0 g deve ser administrada no início da anestesia. No tratamento de gonorréia não complicada, Unasyn® deve ser administrado em dose única de 1,5 g. Uso em recém-nascidos, primeira infância e crianças: a dose usual em crianças e recém-nascidos é de 150 mg/kg/dia, a cada 6 ou 8 horas. Em recém-nascidos durante a primeira semana de vida, a dose recomendada é de 75 mg/kg/dia, a cada 12 horas. Unasyn® oral: Uso em adultos (incluindo pacientes idosos): a dose recomendada é de 375-750 mg, duas vezes ao dia. O tratamento é administrado normalmente por 5 a 14 dias, mas pode ser estendido se necessário. No tratamento da gonorréia não complicada pode-se administrar 2,25 g (seis comprimidos de 375 mg) de Unasyn® como dose única. Concomitantemente deve-se administrar 1,0 g de probenecida. Nos casos de quaisquer infecções causadas por estreptococos hemolíticos, recomenda-se tratamento por pelo menos 10 dias para prevenir a ocorrência de glomerulonefrite ou febre reumática aguda. Uso em Crianças: a dose para a maioria das infecções em crianças pesando menos de 30 kg é de 25-50 mg/kg/dia de Unasyn®, dividida em duas doses orais dependendo da gravidade da infecção e avaliação médica. Para crianças pesando 30 kg ou mais, administrar a dose usual de adultos. Uso em pacientes com insuficiência renal: em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina £ 30 mL/min), a dose de sultamicilina deverá ser administrada com menor freqüência, de acordo com a prática usual da ampicilina. Superdosagem: informações relacionadas a toxicidade aguda são limitadas. Instruções para Administração: vide bula completa do produto. Apresentações - Unasyn® injetável: pó para solução injetável. Unasyn® 1,5 g (0,5/1,0g) e Unasyn® 3,0 g (1,0/2,0g) em embalagens contendo 30 FA. Unasyn® oral: comprimidos revestidos de 375 mg, em embalagens contendo 10 unidades. Pó para suspensão oral (250 mg/5 mL), em embalagens contendo 1 frasco com 60 mL. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte as bulas completas do produto (uno02d e uns03d). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica, mediante solicitação. Laboratórios Pfizer Ltda., Rua Alexandre Dumas, 1860 Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP - CEP 04717-904 Tel.: 0800-167575 - Internet: www.pfizer.com.br. Unasyn® Reg. MS 1.0216.0052
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| Vfend® voriconazol |
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Documento Resumido do Produto
VFEND® e VFEND® IV
(voriconazol)
VFEND® é um agente antifúngico triazólico de amplo espectro para uso sistêmico. Indicações: tratamento de aspergilose invasiva; infecções invasivas graves por Candida resistentes ao fluconazol (incluindo C. krusei); infecções fúngicas graves causadas por Scedosporium spp. e Fusarium spp. Deverá ser administrado principalmente a pacientes imunocomprometidos com infecções progressivas e passíveis de causar a morte. Contra-indicações: pacientes com conhecida hipersensibilidade ao voriconazol ou a qualquer um dos componentes da fórmula; co-administração de substratos do CYP3A4, tais como terfenadina, astemizol, cisaprida, pimozida ou quinidina; co-administração com rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, alcalóides do ergot e sirolimus. Advertências e precauções: prescrição a pacientes com hipersensibilidade a outros agentes azólicos deve ser feita com cautela. Toxicidade hepática: ocorreram reações hepáticas transitórias, incluindo hepatite e icterícia em pacientes sem outros fatores de risco identificáveis. A disfunção hepática foi normalmente reversível com a descontinuação do tratamento. Pacientes no início do tratamento e pacientes que apresentam teste de função hepática alterado durante o tratamento devem ser monitorados com regularidade quanto ao desenvolvimento de lesões hepáticas mais graves. Eventos adversos renais: foi observada insuficiência renal aguda em pacientes em estado grave submetidos ao tratamento. Os pacientes devem ser monitorados quanto ao desenvolvimento de alterações na função renal. Reações dermatológicas: caso haja desenvolvimento de rash, os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente e VFEND® deve ser descontinuado no caso das lesões progredirem. VFEND® foi associado com reações de fotossensibilidade cutânea, especialmente durante tratamento prolongado. Recomenda-se que os pacientes sejam informados a evitarem a luz solar durante o tratamento. Uso durante a gravidez: não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o benefício para a mãe supere claramente o risco potencial para o feto. As mulheres com potencial para engravidar devem sempre utilizar um método contraceptivo eficaz durante o tratamento. Uso durante a lactação: a amamentação deve ser interrompida ao iniciar o tratamento. Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas: o voriconazol pode causar alterações transitórias e reversíveis na visão, incluindo visão embaçada, aumento ou alteração da percepção visual e/ou fotofobia, por isso deve-se evitar tarefas potencialmente perigosas, como dirigir ou operar máquinas, enquanto estiverem apresentando estes sintomas. Interações medicamentosas: quando o tratamento for iniciado em pacientes que já estejam recebendo ciclosporina, recomenda-se que a dose de ciclosporina seja reduzida pela metade e que o nível de ciclosporina seja cuidadosamente monitorado. Quando o tratamento for iniciado em pacientes que já estejam recebendo tacrolimus, recomenda-se que a dose de tacrolimus seja reduzida para 1/3 da dose original e que o nível de tacrolimus seja cuidadosamente monitorado. Quando o voriconazol for descontinuado, os níveis de tacrolimus ou ciclosporina devem ser cuidadosamente monitorados e a dose deve ser aumentada, conforme a necessidade. Recomenda-se cuidadosa monitoração do tempo de protrombina, quando a varfarina e o voriconazol forem co-administrados. Se pacientes recebendo derivados cumarínicos forem tratados simultaneamente com voriconazol, o tempo de protrombina deve ser monitorado em curtos intervalos de tempo e o regime posológico dos anticoagulantes deve ser ajustado apropriadamente. Recomenda-se cuidadosa monitoração da glicose sanguínea, durante a co-administração de voriconazol e sulfoniluréias. Recomenda-se que um ajuste da dose de estatinas e benzodiazepínicos seja considerado, durante a co-administração com voriconazol. O voriconazol pode aumentar as concentrações plasmáticas de alcalóides da vinca e levar a neurotoxicidade. O uso concomitante de voriconazol e fenitoína ou com rifabutina deve ser evitado, a menos que o benefício supere o risco. Quando o tratamento com voriconazol for iniciado em pacientes que já estejam recebendo o omeprazol, recomenda-se que a dose de omeprazol seja reduzida à metade. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados quanto à qualquer ocorrência de toxicidade ao fármaco e/ou perda de eficácia durante a co-administração do voriconazol e de inibidores da protease do HIV ou voriconazol e INNTRs (inibidores não-nucleosídeos da transcriptase reversa). Reações adversas: febre, cefaléia, dor abdominal, hipotensão, tromboflebite, flebite, náusea, vômitos, diarréia, trombocitopenia, anemia, leucopenia, pancitopenia, púrpura, edema periférico, tontura, alucinações, confusão, depressão, ansiedade, tremor, agitação, parestesia, síndrome de angústia respiratória, edema pulmonar, sinusite, rash, distúrbios visuais, insuficiência renal aguda, hematúria. Os distúrbios oculares relacionados com o tratamento com voriconazol são freqüentes. Caso os pacientes desenvolvam rash, eles devem ser monitorados cuidadosamente e VFEND® deve ser descontinuado se as lesões progredirem. Foram relatadas reações de fotossensibilidade especialmente em tratamentos de longo prazo. O voriconazol tem sido associado esporadicamente a casos de toxicidade hepática grave em pacientes com outras condições graves de base. Isto inclui casos de icterícia e casos raros de hepatite e insuficiência hepática que ocasionaram óbito. Reações relacionadas com a infusão: durante a infusão em indivíduos sadios ocorreram reações do tipo anafilactóide, incluindo rubor, febre, transpiração, taquicardia, opressão torácica, dispnéia, desmaios, náuseas, prurido e rash, imediatamente após a infusão. Posologia: VFEND® IV - deve ser reconstituído e diluído antes da administração por infusão intravenosa (vide bula completa do produto). Não administrar por injeção em bolus. Adultos e Crianças de 2 a <12 anos de idade: Regime de dose de ataque (primeiras 24 horas): 6 mg/kg a cada 12 horas. Dose de manutenção (após as primeiras 24 horas): 4 mg/kg, 2 vezes ao dia. Ajuste de dose: se os pacientes não tolerarem o tratamento de 4 mg/kg, 2 vezes ao dia, reduzir a dose intravenosa para 3 mg/kg, 2 vezes ao dia. A duração do tratamento depende da resposta clínica e micológica dos pacientes. VFEND® oral - deve ser administrado pelo menos uma hora antes ou uma hora após a refeição. Adultos: Regime de dose de ataque (primeiras 24 horas) - Pacientes com 40 kg ou mais: 400 mg a cada 12 horas. Pacientes com menos de 40 kg: 200 mg a cada 12 horas. Dose de manutenção (após as primeiras 24 horas) - Pacientes com 40 kg ou mais: 200 mg, 2 vezes ao dia. Pacientes com menos de 40 kg: 100 mg duas vezes ao dia. Ajuste de dose: caso a resposta do paciente seja inadequada, a dose de manutenção deve ser aumentada para 300 mg, 2 vezes ao dia. Para os pacientes pesando menos de 40 kg, a dose oral deve ser aumentada para 150 mg, 2 vezes ao dia. A duração do tratamento depende da resposta clínica e micológica dos pacientes. Crianças de 2 a <12 anos de idade: Regime de dose de ataque (primeiras 24 horas): 6 mg/kg a cada 12 horas. Dose de manutenção (após as primeiras 24 horas): 4 mg/kg, 2 vezes ao dia. Adolescentes (12 a 16 anos de idade): devem seguir o regime posológico indicado para os adultos. Instruções para administração: vide bula completa do produto. Superdosagem: não há antídoto conhecido para o voriconazol. Em caso de superdosagem, a hemodiálise pode contribuir na remoção do voriconazol e do SBECD (veículo intravenoso) do organismo. Apresentações: VFEND® IV - embalagens contendo 1 frasco-ampola de 200 mg de voriconazol. VFEND® oral - comprimidos revestidos de 50 e 200 mg em embalagens contendo 14 unidades. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS DE IDADE. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto (viv02b e vfd02). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica mediante solicitação. Laboratórios Pfizer Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1860, Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP CEP 04717-904. Tel.: 0800-167575. Internet: www.pfizer.com.br - Vfend®IV e Vfend® - Reg. MS - 1.0216.0090
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| Piperacilina Sódica + Tazobactama Sódica - Medicamento Genérico Lei 9787/99 |
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Documento Resumido do Produto
Para detalhes, vide bula do produto- - USO ADULTO, Uso intravenoso exclusivo, frasco-ampola. COMPOSIÇÃO E FORMA TERAPÊUTICA: 2,25g [Piperacilina 2g (2,085 g de Piperacilina sódica) /Tazobactama 250 mg (269,20 mg de Tazobactama Sódica)]; 4,5g [Piperacilina 4g (4,17 g de Piperacilina sódica) / Tazobactama 500 mg (538,40 mg de Tazobactama Sódica)]. INDICAÇÃO TERAPÊUTICA: Infecções bacterianas sistêmicas e/ou locais em trato respiratório inferior, trato urinário, intra-abdominais, pele e estruturas, septicemia bacteriana, ginecológicas, pacientes neutropênicos (associado à aminoglicosídeos), osteo-articulares, polimicrobianas (organismos aeróbicos e anaeróbicos: pele e suas estruturas, intra-abdominal, trato respiratório superior e inferior, ginecológico). Organismos sensíveis à piperacilina e produtores de b-lactamase. Infecções mistas e tratamento presuntivo de infecções graves (terapia antimicrobiana deve ser ajustada com resultados de cultura e testes de sensibilidade realizados antes do tratamento para a identificação dos organismos causadores da infecção). Sinergia com aminoglicosídeos contra certas cepas de Pseudomonas aeruginosa (combinação efetiva em doses terapêuticas completas em pacientes com comprometimento imunológico). CONTRA-INDICAÇÕES: Hipersensibilidade a piperacilina sódica, tazobactam Sódico, pecinilinas e/ou cefalosporinas ou inibidores da b- lactamase. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Hipersensibilidade grave/anafilaxia (história de sensibilidade a múltiplos alérgenos); reações graves de hipersensibilidade com cefalosporina (investigação sobre hipersensibilidade prévia a penicilinas, cefalosporinas e outros alérgenos.). Se reação alérgica grave durante o tratamento, suspender o antibiótico e instituir terapia adequada como epinefrina e outras medidas de emergência. Possível colite pseudomembranosa induzida por antibiótico (risco de vida) se diarréia grave e persistente (retirar antibiótico e iniciar terapia adequada). Não utilizar inibidores do peristaltismo. Monitorização das funções renal, hepática e hematopoiética durante tratamento prolongado. Em insuficiência renal pode ocorrer manifestações hemorrágicas (com anormalidades nos testes de coagulação) e o antibiótico deve ser suspenso com início de tratamento apropriado. Durante tratamento prolongado, possível superinfecções com organismos resistentes. Se doses superiores às recomendadas, pode ocorrer excitabilidade neuromuscular ou convulsões. Considerar teor de sal em dietas com restrição de sal: 2 g / 250 mg corresponde a 4,69 MEQ (108 MG) DE SÓDIO e 4 G / 500 MG a 9,39 MEQ (216 MG) DE SÓDIO. Pacientes com reservas de potássio baixas, terapia citotóxica ou diuréticos devem ser monitorados quanto à hipocalemia. Pacientes tratados por gonorréia (altas doses, curto período de tempo) podem ter sintomas de incubação da sífilis mascarados ou atrasados (qualquer lesão suspeita primária, colher material para exame de campo escuro e exames sorológicos por no mínimo 4 meses). TESTES LABORATORIAIS: Monitorizar função hematopoiética no tratamento prolongado (superior a 21 dias). USO NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO: Tratar mulheres grávidas ou lactantes apenas se benefício terapêutico superar risco à paciente e ao feto. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Probenecida concomitante prolonga a meia-vida e diminui o clearance renal do antibiótico sem alterar o pico de concentração plasmática. Não interação com a vancomicina. Redução da AUC, clearance renal e recaptação urinária da tobramicina (em disfunção renal grave, alteração de parâmetros farmacocinéticos). Inativação de aminoglicosídeos na presença das penicilinas (formação de complexo penicilina-aminoglicosídeo microbiologicamente inativos e de toxicidade desconhecida). Prolongamento de bloqueio neuromuscular do vecurônio quando administração concomitante (relaxante muscular não despolarizante pode ter bloqueio neuromuscular prolongado). SEMPRE administração isolada em soluções intravenosas no uso concomitante com outro antibiótico. Monitorização regular dos parâmetros de coagulação se administração concomitante de altas doses de heparina, anticoagulantes orais e outras drogas afetando sistema de coagulação sangüínea e/ou a função trombocítica. INTERAÇÃO LABORATORIAL: Uso de testes de glicose baseados em reações enzimáticas glicoseoxidase (reação falso-positiva para glicosúria pelo método de redução de cobre). REAÇÕES ADVERSAS: Eventos adversos inespecíficos e relacionados aos seguintes sistemas: nervoso autônomo e central, cardiovascular, gastrintestinal, metabólico e nutricional, músculo- esquelético, coagulação, reprodutor feminino, renal, pulmonar, hipersensibilidade, órgãos do sentido e pele e anexos Eventos adversos relacionados à exames laboratoriais: hematológicos, coagulação, função hepática, função renal, anormalidades eletrolíticas, hiperglicemia e diminuição da proteína total ou albumina. SUPERDOSAGEM: Sem antídoto específico. Medidas médicas intensivas para: excitabilidade motora ou convulsões (agentes anticonvulsivantes); reações alérgicas graves/anafiláticas (anti-histamínicos, corticosteróides, drogas simpatomiméticas e, se necessário, oxigênio e respiração artificial). ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA: Infusão intravenosa lenta (período > 20 a 30 minutos.).Adultos e jovens > 12 anos: 4,5 g de 8/8 horas. Dose depende da gravidade e localização da infecção (variação de 2,25 g a 4,5 g a cada seis, oito ou 12 horas.) Insuficiência renal: Ajuste pelo clearance de creatinina. Duração do tratamento: Infecções agudas, cinco dias e continuar por mais 48 horas após melhora dos sintomas clínicos ou da febre. INSTRUÇÕES PARA RECONSTITUIÇÃO E DILUIÇÃO PARA USO INTRAVENOSO: Não compatível e não deve ser diluído com Ringer lactato. INCOMPATIBILIDADES FARMACÊUTICAS: Não misturar outras substâncias / antibióticos na mesma seringa ou frasco de infusão. Não administrar em soluções com somente bicarbonato de sódio. Não adicionar a sangue e derivados ou a hidrolisados de albumina. USO RESTRITO A HOSPITAIS. Venda sob Prescrição Médica. Registro MS: 1.0043.0810 Farm. Resp.: Dr. Jairo de Almeida Utimi CRF-SP n.º: 20 500. EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA. Av. Vereador José Diniz, 3465, Campo Belo, São Paulo SP. E-mail: euroatende@eurofarma.com.br. CNPJ: 61.190.096/0001-92 Indústria Brasileira CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA 0800 704 3876
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