|
| AmBisome® Injetável - Anfotericina Liposomal Liofilizada |
"Informações Resumidas do Produto"
Nome genérico(DCB) - Anfotericina B. Forma farmacêutica e de apresentação: Fr-ampola Liofilizado - caixa com 10 fr-amp. Cada frasco contém: 50 mg de Anfotericina B B.P. encapsulada em liposomas. USO PEDIÁTRICO E ADULTO.Informações a pacientes: Conservar o medicamento entre 2 e 8ºC, ao abrigo da luz. Não congelar. Prazo de validade - verificar a data no cartucho e rotulagem interna. Não utilizar o medicamento após o vencimento de seu prazo de validade. Gravidez - AmBisome® deve ser administrado durante a gravidez apenas se os possíveis benefícios forem superiores ao risco em potencial envolvido. A lactação deve ser interrompida durante um possível tratamento. Cuidados de Administração: Esse medicamento é de uso exclusivamente hospitalar e deve ser utilizado de acordo com as instruções de uso contidas nesta bula. Todos os medicamentos devem ser mantidos em local seguro e fora do alcance das crianças. Não tome remédio sem o conhecimento de seu médico. pode ser perigoso para a sua saúde.Apresentação: AmBisome® para injeção é um produto liofilizado estéril para infusão endovenosa. Cada frasco ampola contém 50 mg de anfotericina B, U.S.P., Ph. Eur. encapsulada em lipossomas cuja constituição é de aproximadamente 213 mg de fosfatidilcolina de soja hidrogenada, 52 mg de colesterol, U.S.N.F., 84 mg de distearoilfosfatidilglicerol, 0,64 mg de alfa tocoferol, U.S.P., Ph. Eur., além de 900 mg de sacarose, U.S.P., Ph. Eur., 27 mg de succinato dissódico hexahidratado como tampão. Os lipossomas são vesículas esféricas, fechadas formadas por uma variedade de substâncias anfofílicas tais como os fosfolipídios. Os fosfolipídios se arranjam entre si em uma membrana de dupla camada quando expostos a soluções aquosas. A parte lipofílica da molécula de anfotericina B permite que a droga se arranje entre a dupla camada dos lipossomas. FARMACOLOGIA CLÍNICA: A anfotericina B é um antibiótico macrocíclico, poliênico, com atividade antifúngica produzido por Streptomyces nodosus. É uma droga fungistática ou fungicida dependendo da concentração alcançada nos fluídos corporais e da susceptibilidade dos fungos. Seu mecanismo de ação é parcialmente devido à sua ligação com um esterol (ergosterol) presente na membrana do fungo sensível, que resulta em mudança na permeabilidade de membrana, permitindo vazamento dos componentes celulares. As membranas de células de mamíferos também contém esteróis tais como o colesterol ao qual a anfotericina B tem menos afinidade de ligação que o ergosterol. Tem-se sugerido que os danos às células humanas e fúngicas causados pela anfotericina B podem compartilhar mecanismos comuns. AmBisome® é a anfotericina B lipossomal. Os lipossomas são vesículas esféricas, fechadas, formadas quando certos lipídios polares, tais como os fosfolipídios e o colesterol são dispersos em água. Os fosfolipídios se arranjam em membranas duplas únicas ou múltiplas concêntricas, quando expostos e homogeneizados em soluções aquosas. AmBisome® é um lipossoma com uma única camada dupla, onde a droga se liga à membrana num complexo de cargas com o distearoilfosfatidilglicerol. Os lipossomas têm aproximadamente 60 nm de diâmetro. AmBisome® pode se manter intacto na circulação por períodos de tempo prolongados e se distribui na forma de lipossomas intactos nos tecidos onde infecções fúngicas podem ocorrer. Tanto o AmBisome® quanto os lipossomas com a mesma composição lipídica se associam preferencialmente com a superfície externa da parede da célula fúngica. AmBisome® age primeiramente ligando-se à parede externa do fungo, com subseqüente liberação da droga. Na liberação, supõe-se que a droga se transfira à membrana da célula fúngica rica em ergosterol, pela qual tem alta afinidade. A interação com o fungo ocorre tanto dentro quanto fora dos macrófagos, e acredita-se que seja mediada enzimaticamente. INDICAÇÕES E USOS: AmBisome® é indicado no tratamento de micoses profundas e/ou sistêmicas severas onde a toxicidade (particularmente nefrotoxicidade) impossibilita o uso da anfotericina B convencional sistêmica em doses efetivas. AmBisome® é também indicado no tratamento de infecções fúngicas sistêmicas em pacientes imunocomprometidos (como no caso de pacientes com AIDS ou câncer). AmBisome® é indicado na terapia primária da leishmaniose visceral em parcientes imunocompetentes tanto em adultos como em crianças. Em pacientes imunocomprometidos (ex. pacientes HIV positivos), AmBisome® é também indicado como terapia primária de leishmaniose visceral. As infecções tratadas com sucesso com AmBisome® incluem: candidíase disseminada, aspergilose, mucormicose, micetoma crônico, leishmaniose e meningite criptococócica. Esta droga não deve ser usada no tratamento das formas clinicamente inaparentes de doenças fúngicas, as quais apresentem somente testes sorológico ou de pele positivos. CONTRA-INDICAÇõES: AmBisome® é contra-indicado em pacientes que apresentaram hipersensibilidade a qualquer constituinte da formulação, a não ser que, na opinião do médico, a situação a ser tratada ofereça perigo de vida e possa ser tratada apenas por AmBisome®. Uso durante Gravidez e Lactação: Ainda não foi estabelecido se AmBisome® é seguro quando usado durante a gravidez e lactação. Nenhum estudo de toxicidade reprodutiva foi conduzido com o uso de AmBisome®, Infecções fúngicas sistêmicas foram tratadas com sucesso em mulheres grávidas usando-se anfotericina B convencional sem nenhum efeito óbvio no feto, porém o número de casos relatados foi pequeno. Desta forma, AmBisome® deverá somente ser utilizado durante a gravidez se os possíveis benefícios se sobrepuserem aos potenciais riscos envolvidos. A amamentação deverá ser interrompida durante o tratamento. DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO: AmBisome® deverá ser administrado por infusão endovenosa por um período de 30 - 60 minutos. A concentração recomendada para infusão endovenosa é de 0,5 mg/mL de anfotericina B na forma de AmBisome®. A dosagem de AmBisome® dever ser ajustada de acordo com as necessidades específicas de cada paciente: a) para micoses sistêmicas, a terapia é usualmente instituída a uma dose diária de 1,0 mg/Kg de peso corporal e aumentada gradativamente para 3,0 mg/Kg, conforme necessidade; b) Na profilaxia contra infecções fúngicas invasivas em pacientes recipientes de transplante de fígado, AmBisome® pode ser administrado em doses diárias de 1 mg/Kg/dia durante cinco dias consecutivos após o transplante; c) em criptococose disseminada associada ao HIV, a dose de 3 mg/Kg/dia por até 42 dias pode ser usada, porém devido ao alto risco de reincidência, uma terapia de manutenção de longa duração pode ser necessária após a finalização do tratamento com AmBisome®; d) para o tratamento de leishmaniose visceral, poderá ser usada a dose de 1,0 a 1,5 mg/Kg/dia durante 21 dias, ou como alternativa a dose de 3,0 mg/Kg/dia durante 10 dias. Em pacientes imunocomprometidos (por exemplo pacientes HIV positivos), a dose de 1,0 a 1,5 mg/Kg/dia durante 21 dias pode ser usada. Devido ao risco de reincidência, terapia de manutenção ou terapia de reindução pode ser necessária. Os dados presentes no momento são insuficientes para definir a dosagem total e duração do tratamento necessárias para eliminação das micoses. De qualquer forma, a dose cumulativa de 1,0 a 3,0 g de anfotericina na forma de AmBisome® durante 2 a 4 semanas tem sido típica. A terapia com AmBisome® tem sido administrada por até três meses com uma dose cumulativa de 16,8 g de anfotericina B na forma de AmBisome® sem ser observada toxicidade significante. Pacientes pediátricos: Leishmaniose visceral e infecções sistêmicas têm sido tratadas com sucesso com AmBisome em pacientes pediátricos sem nenhum relato de efeitos adversos incomuns. Os pacientes pediátricos têm recebido AmBisome® a doses comparáveis àquelas usadas em adultos baseando-se no peso corpóreo em quilos. Idosos: Não há recomendações específicas quanto à dosagem ou precauções. Superdosagem: Caso ocorra excesso de dosagem, cessar a administração e monitorar a função renal. Em cada caixa estão incluídas as instruções de uso. AmBisome® é uma marca registrada da Nexstar, Inc. Venda sob prescrição médicaFarm. Resp. Dr. Ademir Tesser- CRF-SP 14.570. Número de registro no MS. 1.2576.0007.001-1Produzido por: Gilead Sciences. Gilead Sciences Inc. 650 Cliffside Drive, San Dimas, California 91773, USA. Distribuido por: United Medical Ltda. Rua Jesuíno Arruda, 769 - 9º andar. Itaim Bibi - São Paulo - SP. CGC. 68.949.239/0001-46. Lote: Vide cartucho. Data de Validade: vide cartucho.
|
|
| Aromasin® Exemestano (bula resumida) |
Informações Técnicas
Apresentação: caixa com 30 drágeas. Uso adulto. Composição: cada drágea contém 25 mg de exemestano. Indicações: tratamento do câncer de mama avançado em mulheres com pós-menopausa natural ou induzida, cuja doença progrediu após terapia antiestrogênica. Tratamento hormonal de terceira linha do câncer de mama avançado em mulheres com pós-menopausa natural ou induzida, cuja doença progrediu após tratamento com antiestrógenos e/ou inibidores não-esteroidais da aromatase ou progestágenos. Contra-indicações: hipersensibilidade conhecida à droga ou aos excipientes, mulheres pré-menopausadas, gestantes ou lactantes. Precauções e advertências: confirmar o estado pós-menopáusico pela avaliação dos níveis de LH, FSH e estradiol. Não administrar concomitantemente com medicamentos que contêm estrógenos. Relatos de sonolência, astenia e tontura. Adverter as pacientes que, se ocorrerem, esses sintomas podem comprometer sua capacidade física e/ou mental necessária para operar máquinas ou dirigir automóveis. Gravidez e lactação: se houver ingestão acidental por gestantes ou lactantes, suspender a administração imediatamente. Interações medicamentosas: não excluir possível redução nos níveis plasmáticos de exemestano por indutores conhecidos do CYP 3A4. Reações adversas: rubor, náuseas, fadiga, tontura e sudorese. Eventos adversos menos comuns: cefaléia, insônia, exantema, anorexia, dor, alopecia, depressão, dor abdominal, edema periférico ou de membros inferiores, obstipação, vômitos e dispepsia, com incidência igual ou superior a 2%. Observou-se redução ocasional nos linfócitos em aproximadamente 20% das pacientes tratadas, particularmente em pacientes com linfopenia preexistente (os valores médios dos linfócitos nessas pacientes não se modificaram significativamente no decorrer do tempo e não foi observado aumento correspondente nas infecções virais). Trombocitopenia e leucopenia ocasionalmente reportadas. Elevações ocasionais, relacionadas ou não ao uso do produto, nos testes séricos de função hepática e na fosfatase alcalina, principalmente em pacientes com metástases hepáticas ou ósseas ou outras condições com prejuízo da função hepática. Posologia e administração: pacientes adultas e idosas - recomenda-se uma drágea de 25 mg, uma vez ao dia, preferencialmente após uma refeição. Manter o tratamento até que a progressão do tumor se torne evidente. Neste caso, suspender o uso do exemestano. Superdosagem: doses de 800 mg (dose única) em voluntárias saudáveis e dose de 600 mg/dia a mulheres pós-menopausadas com câncer de mama avançado foram bem toleradas. Não é conhecida a dose única do exemestano que pode resultar em sintomas que ofereçam risco de vida. Não existe um antídoto específico para a superdosagem e o tratamento deve ser sintomático. Indica-se suporte geral, incluindo monitorização freqüente dos sinais vitais e observação rigorosa da paciente. Pacientes idosos: aplicam-se todas as recomendações anteriormente descritas. Registro n.o MS-1.0384.0001. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. MAIORES INFORMAÇÕES À DISPOSIÇÃO DA CLASSE MÉDICA. BS-01 |
|
| BEXTRATM valdecoxib (bula resumida) |
Indicações: prevenção e tratamento da dor aguda em adultos, redução da dor pós-operatória ao ser administrado no pré-operatório, redução do uso de opióide quando usado concomitantemente com esse, tratamento dos sintomas da dismenorréia primária. Contra-indicações: hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer excipiente do produto; pacientes que tenham apresentado broncoespasmo, asma, rinite aguda, pólipos nasais, edema angioneurótico, urticária ou reações de natureza alérgica após o uso de sulfonamidas ou de ácido acetilsalicílico ou de AINEs ou de outros inibidores específicos da COX-2; terceiro trimestre da gravidez e lactação; pacientes com ulceração péptica ativa ou hemorragia gastrintestinal ou doença intestinal de natureza inflamatória e pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave ou insuficiência hepática grave (Child-Pugh > 10). Precauções e advertências: a atividade farmacológica de valdecoxib na redução da febre e da inflamação pode mascarar a detecção de complicações de supostas condições não infecciosas e dolorosas. Monitorar quanto ao desenvolvimento de uma reação hepática mais grave pacientes com sinais e/ou sintomas sugestivos de insuficiência hepática ou no qual tenha ocorrido uma prova hepática anormal durante o uso de valdecoxib. Interromper o uso caso ocorram sinais e sintomas clínicos de desenvolvimento de doença hepática ou manifestações sistêmicas (eosinofilia, erupção cutânea). Cautela em pacientes com desidratação considerável ou portadores de doença renal pré-existente e, em casos de doença renal avançada, iniciar o tratamento com a menor dose recomendada. Observar hemoglobina e hematócrito em pacientes sob tratamento a longo prazo com quaisquer sinais ou sintomas de anemia. Cautela em pacientes com retenção de líquido, hipertensão ou insuficiência cardíaca. Manter-se alerta quanto à ulceração e hemorragia, mesmo na ausência de sintomas prévios do trato GI. Para minimizar o risco potencial de uma complicação ulcerosa, utilizar a menor dose eficaz. Não se recomenda o uso do produto em pacientes com doença renal avançada. Descontinuar valdecoxib no aparecimento inicial de erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade. Reações anafiláticas e angioedema ocorreram em pacientes que receberam valdecoxib, com e sem histórico de reações alérgicas às sulfonamidas. Não utilizar durante a gravidez, a menos que o provável benefício supere o risco existente para o feto. Não administrar o produto a mulheres que estejam amamentando. Não se avaliou a segurança e a eficácia do produto em pacientes menores de 18 anos. Interações medicamentosas: monitorar a terapia anticoagulante após o início do tratamento com valdecoxib em pacientes que utilizam varfarina ou agentes similares. Valdecoxib pode ser administrado com doses baixas de AAS utilizado para a profilaxia cardiovascular. A farmacocinética da glibenclamida não foi afetada. O risco de insuficiência renal aguda poderá aumentar quando inibidores da ECA forem co-administrados com valdecoxib, assim como pode reduzir o efeito natriurético da furosemida e tiazidas, devido à inibição da síntese de prostaglandinas renais. Sugeriu-se que a administração de AINEs com ciclosporina ou tacrolimus aumenta o efeito nefrotóxico da ciclosporina e do tacrolimus. Monitorar a função renal quando valdecoxib e quaisquer destes fármacos forem co-administrados. Administrar valdecoxib na menor dose recomendada em pacientes usuários de fluconazol ou cetoconazol. A administração de valdecoxib com antiácido (hidróxido de alumínio e de magnésio) não causou efeito significante na taxa ou na extensão de absorção de valdecoxib. Valdecoxib não causou inibição clinicamente relevante no metabolismo pela CYP 2D6 envolvida na conversão do dextrometorfano a dextrorfano, nem demonstrou um efeito clinicamente significante sobre a farmacocinética plasmática do metotrexato. Valdecoxib causou reduções significantes no clearance sérico do lítio (25%) e no clearance renal (30%) com uma exposição sérica 34% maior em relação ao lítio isolado. Monitorar cuidadosamente a concentração sérica de lítio ao se iniciar ou ao se modificar o tratamento em pacientes que já recebam lítio. Nem a farmacocinética, nem a farmacodinâmica do propofol, midazolam intravenoso, fentanil, alfentanil ou dos agentes anestésicos inalatórios óxido nitrosos e isoflurano foram afetadas pelo valdecoxib após a administração IV de parecoxib. Reações adversas: cefaléia, vertigem, edema periférico, plenitude abdominal, dor abdominal, diarréia, dispepsia, flatulência, náuseas. Reações adversas incomuns (entre 0,1% a 1,9%) relatados em estudos clínicos, independentemente da relação de causalidade foram: boca seca, estomatite, transtorno nos dentes, constipação, fezes anormais, eructação, gastroenterite, duodenite, gastrite, refluxo gastroesofágico, hérnia de hiato, melena, hipotensão, hipertensão agravada, distúrbio cerebrovascular, insuficiência cardíaca congestiva, distúrbio da artéria coronária, sopro cardíaco, hipotensão, infarto do miocárdio, alergia agravada, reação alérgica, astenia, dorsalgia, dor torácica, calafrios, edema generalizado, edema de face, fadiga, febre, fogachos, halitose, sintomas semelhantes aos gripais, mal-estar, dor, dor nas extremidades, hipertonia, hipoestesia, enxaqueca, neuralgia, neuropatia, parestesia, tremor, vertigem, ginecomastia, distúrbios menstruais, anormalidades do ouvido, dor de ouvido, tinitus, bradicardia, palpitação, taquicardia, anemia, aumento de TGO, TGP, distúrbios da próstata, aumento de fosfatase alcalina, de uréia, creatinina, CPK, diabetes mellitus, glicosúria, hipercolesterolemia, hiperglicemia, hiperuricemia, hipocalemia, sede aumentada, perda de peso, xeroftalmia,artralgia, fratura acidental, mialgia, torcicolo, sinovite, tendinite, neoplasma de mama, carcinoma pulmonar, equimose, epistaxe, hematoma, tempo de protrombina, prolongado, trombocitopenia, anorexia, ansiedade, apetite aumentado, depressão, insônia, nervosismo, paroniria, sonolência,herpes simples, herpes zoster, infecção fúngica, infecção do tecido mole, infecção viral, monilíase, otite média, estertores respiratórios, bronquite, broncoespasmo, tosse, dispnéia, enfisema, laringite, pneumonia, faringite, pleurisia, rinite, acne, eczema, dermatite, prurido, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea máculo-papular, pele seca, ulceração de pele, aumento da sudorese, urticária, dermatite de contato, nódulo cutâneo, perversão do paladar, albuminúria, cistite, disúria, hematúria, aumento da freqüência de micções, piúria, incontinência urinária, infecção do trato urinário, visão embaçada, catarata, conjuntivite, dor ocular, visão anormal, leucocitose e linfadenopatia. Farmacovigilância pós-marketing: reações anafiláticas, angioedema, dermatite exfoliativa, síndrome Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. Posologia: Bextra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Controle da dor aguda: 40 mg uma vez ao dia. No primeiro dia de tratamento poderá ser necessário tomar uma dose adicional de 40 mg. Administração pré-operatória para a prevenção da dor pós-operatória: 40 mg no período pré-operatório uma hora antes do procedimento cirúrgico. Uma dose adicional de 40 mg poderá ser tomada no período pós-operatório, de acordo com a necessidade, no primeiro dia de tratamento. Posteriormente, utilizar 40 mg uma vez ao dia. Dismenorréia primária: 40 mg, uma vez ao dia. No primeiro dia de tratamento, pode-se tomar uma dose adicional de 40 mg de acordo com a necessidade. Pacientes com insuficiência hepática moderada (escala de Child-Pugh 7-9): iniciar o tratamento com cautela: para dor aguda, não exceder 20 mg por dia. Não há experiência clínica envolvendo pacientes com insuficiência hepática grave (escala de Child-Pugh > 10). Não se recomenda o uso em tais pacientes. Iniciar o tratamento com cautela em paciente com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 mL/min.) ou naqueles que possam estar predispostos à retenção de líquidos. Superdosagem: os sintomas da superdosagem aguda de AINEs geralmente são letargia, sonolência, náusea, vômitos e dor epigástrica, geralmente reversíveis com tratamento de suporte. Pode ocorrer hemorragia gastrintestinal. Hipertensão, insuficiência renal aguda, depressão respiratória e coma podem ocorrer, embora raros. Reações anafilactóides foram descritas com a ingestão terapêutica de AINEs e podem ocorrer após uma superdosagem.O tratamento da superdosagem deve ser sintomático e de suporte. Não há antídotos específicos. Valdecoxib não é eliminado por hemodiálise. É pouco provável que a diurese ou a alcalinização da urina sejam úteis devido à elevada ligação protéica de valdecoxib (>98%). Pacientes idosos: para idosos, em particular para aqueles com menos de 50 kg de peso corporal, iniciar a terapia na menor dose recomendada. Apresentação: comprimidos revestidos de 40 mg em embalagens contendo 5 comprimidos. USO ADULTO. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto (BEX01). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica mediante solicitação. Pharmacia Brasil Ltda, Rua Alexandre Dumas, 1860 Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP CEP 04717-904. Tel.: 0800-16-7575. BextraTM - Reg. MS- 1.2389.0104
|
|
| BEXTRATM IM / IV - parecoxib (bula resumida) |
Indicações: prevenção e tratamento de dor moderada a grave em adultos; em condições dolorosas que requerem o uso de opióides ou outros analgésicos, reduz significativamente o consumo destes medicamentos sem prejuízo da analgesia, quando administrado 30 a 45 minutos antes de procedimento cirúrgico retardou significativamente o surgimento de dor pós-operatória. Contra-indicações: hipersensibilidade a parecoxib ou valdecoxib ou a qualquer outro componente da fórmula; asma, urticária ou reações alérgicas após uso de sulfonamidas ou ácido acetilsalicílico, AINEs ou outros inibidores específicos da COX-2. Precauções e advertências: toxicidade gastrintestinal grave (sangramento, ulceração, perfuração do estômago ou duodeno) pode ocorrer em pacientes tratados com AINEs. Sintomas gastrintestinais altos podem ocorrer durante a terapia com AINE. Prescrever com cautela em pacientes com histórico de doença ulcerosa ou sangramento gastrintestinal alto. Para diminuir o risco potencial de um evento GI, usar a dose eficaz mais baixa e menor tempo possível. Além de antecedente de doença ulcerosa, estudos epidemiológicos identificaram outras condições que podem aumentar o risco de sangramento GI: tratamento com corticosteróides e/ou anticoagulantes, maior exposição aos AINEs, tabagismo, alcoolismo, idade avançada e mau estado geral. Não foram descritas reações anafilactóides em pacientes recebendo parecoxib. Não administrar a pacientes com a tríade do ácido acetilsalicílico que ocorre em pacientes asmáticos com rinites com ou sem pólipos nasais, ou que apresentam broncoespasmo grave e potencialmente fatal, depois de tomar AAS ou outros AINEs. Recomenda-se monitorar a função renal nestes pacientes. A ação farmacológica do parecoxib na redução da inflamação e da febre pode diminuir a utilidade destes sinais diagnósticos na detecção de complicações infecciosas em condições dolorosas presumidamente não-infecciosas. Pacientes com sinais e sintomas ou exames laboratoriais sugestivos de disfunção hepática devem ser monitorados. Suspender o tratamento aos mínimos sinais e sintomas compatíveis com doença hepática ou suas manifestações sistêmicas. Em pacientes com desidratação considerável, recomenda-se a reidratação antes do início do tratamento com parecoxib. Cautela nos pacientes com doença renal preexistente. Administrar com cautela a pacientes com retenção de fluidos, hipertensão ou insuficiência cardíaca. Suspender o tratamento caso ocorram reações como erupção cutânea. Interações medicamentosas: estudos in vitro com sistemas microssomais hepáticos humanos não demonstraram efeitos inibitórios significativos sobre as isoformas CYP3A4, 2D6, 2E1 e 1A2 por parecoxib e valdecoxib. Glucuronidação é outra via de metabolização. Parecoxib não tem efeito sobre a inibição da agregação plaquetária mediada pelo AAS ou sobre os tempos de sangramento. Parecoxib pode ser administrado com doses baixas de AAS. Não há efeito clínico significante sobre a farmacocinética de metotrexato. Potencial interação com inibidores da ECA deve ser levada em consideração em pacientes durante a terapia concomitantemente de parecoxib com inibidores da ECA. A co-administração de propofol e parecoxib não afetou a farmacocinética ou a farmacodinâmica do propofol IV. A co-administração de parecoxib IV ou valdecoxib oral com midazolam IV não afetou a farmacocinética ou a farmacodinâmica de midazolam. Fentanil e alfentanil são extensivamente metabolizados pelo CYP3A4. A co-administração com parecoxib não causou efeito significativo na farmacocinética do fentanil IV ou do alfentanil IV. Não houve evidência de interação medicamentosa entre parecoxib administrado no pré-operatório e os anestésicos inalatórios óxido nitroso e isoflurano. Interações potenciais com fenitoína e carbamazepina não foram estudadas. Reduzir a dose de parecoxib em pacientes utilizando fluconazol. As concentrações séricas do lítio devem ser monitoradas ao se iniciar ou mudar a terapia de parecoxib em pacientes recebendo lítio. A terapia anticoagulante deve ser monitorada, particularmente durante os primeiros dias, depois do início da terapia em pacientes recebendo varfarina ou agente semelhante. A co-administração de valdecoxib com gliburida não afetou a farmacocinética ou a farmacodinâmica da gliburida. Gravidez e lactação: administrar durante a gravidez somente se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Deve-se evitar o uso de parecoxib durante o terceiro trimestre de gravidez. Não deve ser utilizado durante a lactação. Reações adversas: náusea, prurido, vômito, dor abdominal, constipação, febre, tontura, dor de cabeça, anemia pós-operatória; empachamento, dispepsia, flatulência, hipertensão, hipotensão, hipertonia, tremor, astenia, lombalgia, calafrios, boca seca, dor no local da injeção, agitação, ansiedade, confusão, sonolência, ruídos respiratórios anormais, rash, aumento do suor, oligúria, retenção urinária; raramente: insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, infarto agudo do miocárdio, doença inflamatória pélvica, hemorragia vaginal, úlcera duodenal, esofagite, hemorragia gastrintestinal, obstrução intestinal, pancreatite, deiscência esternal, arritmia atrial, fibrilação atrial, elevação da creatinina, hematoma, embolia pulmonar, tromboflebite, apnéia, infecção bacteriana, hipóxia, pleurite, pneumonia, pneumomediastino, pneumotórax, edema pulmonar, depressão respiratória, infecção do trato respiratório superior, falência renal aguda. Em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica, observou-se drenagem da cicatriz esternal anormal, aumento de AST e ALT, aumento da uréia, tosse, hipocalemia, edema periférico, taquicardia supraventricular, infecção da ferida. Posologia: Analgesia imediata: a dose única ou inicial para tratamento de dor moderada a grave é de 40 mg por via IM ou IV. Prevenção da dor: a dose na administração pré-operatória é de 40 mg IM ou IV, 30 ou 40 minutos antes do procedimento cirúrgico. Manutenção da analgesia: após a prevenção da dor pós-operatória ou da obtenção da analgesia inicial pode-se repetir o uso com 20 mg ou 40 mg a cada 6 a 12 horas, a dose diária máxima é de 80 mg por via IM ou IV. A segurança e eficácia do uso por mais de 7 dias não foram estabelecidas. Insuficiência hepática: a dose inicial em pacientes com alteração hepática moderada é de 20 mg e a dose diária máxima deve ser reduzida para 40 mg. Em pacientes idosos (> 65 anos) com peso corporal menor que 50 kg a dose inicial recomendada é 20 mg IM ou IV; a dose diária máxima é 40 mg. Superdosagem: não há experiência clínica com superdosagem. Na eventualidade da ocorrência de superdosagem, os pacientes devem ser tratados conforme a sintomatologia e com medidas de suporte. Não há antídotos específicos. Diurese forçada ou alcalinização da urina não são úteis. Apresentações: pó liofilizado 40 mg em embalagens contendo 1 frasco-ampola + 1 diluente ou 10 frascos-ampola. Cada frasco-ampola de Bextra IM/ IV 40 mg contém parecoxib (na forma de parecoxib sódico) 40 mg. USO ADULTO. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto (BXI01). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica mediante solicitação. Pharmacia Brasil Ltda, Rua Alexandre Dumas, 1860 Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP CEP 04717-904. Tel.: 0800-16-7575. BextraTM IM/ IV-- Reg. MS- 1.2389.0099
|
|
| EMEND®* (aprepitante, MSD) |
EMEND®* (aprepitante, MSD) - INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS: O aprepitante é um antagonista do receptor da substância P neurocinina 1 (NK1), de estrutura totalmente inédita, quimicamente descrito como 5-[[(2R,3S)-2-[(1R)-1-[3,5-bis(trifluorometil)fenil]etoxi]-3-(4-fluorofenil)-
4-morfolinil]metil]-1,2-diidro-3H-1,2,4-triazol-3-ona. Sua fórmula molecular empírica é C23H21F7N4O3, cuja fórmula estrutural é a seguinte:

O aprepitante é um sólido cristalino branco a quase branco com peso molecular de 534,43. É praticamente insolúvel em água, muito pouco solúvel em etanol e acetato de isopropila e pouco solúvel em acetonitrila. FARMACOLOGIA CLÍNICA: Mecanismo de Ação-O aprepitante possui um mecanismo de ação exclusivo: trata-se de um antagonista seletivo com alta afinidade pelos receptores da substância P neurocinina 1 (NK1). Ensaios de contra-seleção mostraram que o aprepitante foi, no mínimo, 3.000 vezes mais seletivo pelo receptor da NK1 do que por outros sítios receptores enzimáticos, transportadores, de canal de íon, incluindo os receptores de dopamina e serotonina que são os alvos das terapias para náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia (NVIQ) existentes. Demonstrou-se em estudos pré-clínicos que os antagonistas do receptor da NK1 inibem os vômitos induzidos por agentes quimioterápicos citotóxicos, tais como a cisplatina, por ação central. Os exames PET (sigla em inglês para Tomografia por Emissão de Pósitron) realizados nos estudos pré-clínicos e clínicos com o aprepitante demonstraram que esse fármaco penetra o cérebro e ocupa os receptores de NK1 cerebrais. Os estudos pré-clínicos demonstram que o aprepitante apresenta atividade central de longa duração, inibe as fases aguda e tardia dos vômitos induzidos por cisplatina e aumenta a atividade antiemética do ondansetron (um antagonista do receptor 5-HT3) e da dexametasona (um corticosteróide) contra vômitos induzidos pela cisplatina. Farmacocinética: Absorção-A biodisponibilidade oral absoluta média do aprepitante é de aproximadamente 60% a 65% e a concentração plasmática máxima (Cmáx) média do aprepitante foi alcançada aproximadamente 4 horas (Tmáx) após a administração. A administração oral da cápsula do aprepitante com um café da manhã padrão não exerceu efeito clinicamente significativo sobre a biodisponibilidade do medicamento. A farmacocinética do aprepitante não é linear no intervalo de dose clínica. Em adultos jovens saudáveis, o aumento da AUC0-` foi 26% maior do que o proporcional à dose entre as doses únicas de 80 mg e 125 mg administradas após a alimentação. Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg 1x/dia no 2º e no 3º dia, a AUC0-24h foi de cerca de 19,5 mcgh/mL e 20,1 mcgh/mL no 1º e no 3º dia, respectivamente. Os valores de Cmáx de 1,5 mcg/mL e 1,4 mcg/mL foram atingidos aproximadamente 4 horas (Tmáx) após a administração no 1º e no 3º dia, respectivamente. Distribuição: A taxa de ligação a proteínas plasmáticas do aprepitante é maior que 95%. A média geométrica do volume de distribuição aparente no estado de equilíbrio (VdSS) é de aproximadamente 66 litros em humanos. O aprepitante atravessa a placenta em ratos e a barreira hematoencefálica em ratos e furões. As PETs em humanos indicam que o aprepitante atravessa a barreira hematoencefálica (veja FARMACOLOGIA CLÍNICA, Mecaanismo de Ação).Metabolismo: O aprepitante é amplamente metabolizado. Em adultos jovens saudáveis, o aprepitante é responsável por aproximadamente 24% da radioatividade no plasma 72 horas após a administração oral de uma dose única de 300 mg de [14C]-aprepitante, o que indica a presença considerável de metabólitos no plasma. Foram identificados no plasma humano 7 metabólitos do aprepitante, os quais apresentam atividade apenas fraca. O metabolismo do aprepitante ocorre em grande parte por meio da oxidação do anel morfolina e suas cadeias laterais. Os estudos in vitro com microssomos hepáticos humanos indicam que o aprepitante é metabolizado primariamente pela CYP3A4 e secundariamente pelas isoenzimas CYP1A2 e CYP2C19. O aprepitante não é metabolizado pelas isoenzimas CYP2D6, CYP2C9 ou CYP2E1.Eliminação: O aprepitante é eliminado principalmente pelo metabolismo e não é excretado por via renal. Após a administração oral de uma dose única de 300 mg de [14C]-aprepitante a indivíduos saudáveis, 5% da radioatividade foi recuperada na urina e 86% nas fezes. A depuração plasmática aparente do aprepitante variou de cerca de 60 a 84 mL/min, enquanto a meia-vida terminal aparente variou de aproximadamente 9 a 13 horas. Características nos Pacientes: Sexo-Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND, a Cmáx do aprepitante é 16% mais alta em mulheres do que em homens, enquanto a meia-vida do aprepitante é 25% menor em mulheres do que em homens e o Tmáx é aproximadamente o mesmo. Essas diferenças não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não há necessidade de ajustar a dose de EMEND de acordo com o sexo.Idosos: Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg 1x/dia do 2º ao 5º dia, a AUC0-24h do aprepitante foi 21% e 36% mais alta no 1º e no 5º dia, respectivamente, em idosos (&Mac179;65 anos de idade) em comparação com adultos mais jovens. A Cmáx foi 10% e 24% mais alta no 1º e no 5º dia, respectivamente, em idosos em comparação com adultos mais jovens. Essas diferenças não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não há necessidade de ajustar a dose de EMEND para pacientes idosos. Pacientes Pediátricos: A farmacocinética de EMEND ainda não foi avaliada em pacientes com menos de 18 anos de idade. Raça: Após a administração oral de uma dose única de 125 mg de EMEND, a AUC0-24h é cerca de 25% e 29% mais alta em hispânicos do que em caucasianos e negros, respectivamente, enquanto a Cmáx é 22% e 31% mais alta em hispânicos em comparação com caucasianos e negros, respectivamente. Essas diferenças não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não é necessário ajustar a dose de EMEND de acordo com a raça. Insuficiência Hepática: EMEND foi bem-tolerado em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Após a administração de uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg 1x/dia no 2º e no 3º dia a pacientes com insuficiência hepática leve (escore de Child-Pugh de 5 a 6), a AUC0-24h do aprepitante foi 11% e 36% mais baixa no 1º e no 3º dia, respectivamente, em comparação com indivíduos saudáveis que receberam o mesmo esquema. Em pacientes com insuficiência hepática moderada (escore de Child-Pugh de 7 a 9), a AUC0-24h do aprepitante foi 10% e 18% mais alta no 1º e no 3º dia, respectivamente, do que em indivíduos saudáveis tratados com o mesmo esquema. Essas diferenças de AUC0-24h não são consideradas clinicamente significativas; portanto, não é necessário ajustar a dose de EMEND para pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Não há dados clínicos nem farmacocinéticos para pacientes com insuficiência hepática grave (escore de Child-Pugh >9). Insuficiência Renal: Foi administrada uma dose única de 240 mg de EMEND a pacientes com insuficiência renal grave (ClCr <30 mL/min) e a pacientes com doença renal em estágio terminal (DRET) que necessitam de hemodiálise. Em pacientes com insuficiência renal grave, a AUC0-` do aprepitante total (livre e ligado à proteína) diminuiu 21% e a Cmáx diminuiu 32% em relação a indivíduos saudáveis. Em pacientes com DRET submetidos a hemodiálise, a AUC0-` do aprepitante total diminuiu 42% e a Cmáx reduziu 32%. Por causa de pequenas reduções na taxa de ligação a proteínas do aprepitante em pacientes com doença renal, a AUC do fármaco livre farmacologicamente ativo não sofreu alteração significativa em pacientes com insuficiência renal em comparação com indivíduos saudáveis. A hemodiálise realizada 4 ou 48 horas após a administração não apresentou efeito significativo sobre a farmacocinética do aprepitante; menos de 0,2% da dose foi recuperada no dialisado. Não é necessário ajustar a dose de EMEND para pacientes com insuficiência renal grave ou pacientes com DRET submetidos a hemodiálise. Estudos Clínicos: A administração oral de EMEND em combinação ao ondansetron e à dexametasona mostrou prevenir náuseas e vômitos agudos e tardios associados a quimioterapia altamente emetogênica, incluindo cisplatina em dose elevada. Em 2 estudos multicêntricos, randômicos, de grupos paralelos, duplo-cegos e controlados, o esquema com aprepitante foi comparado com a terapia-padrão em 1.094 pacientes tratados com um esquema quimioterápico que incluía cisplatina &Mac179;70 mg/m2. Alguns pacientes também receberam outros quimioterápicos, tais como a gencitabina, o etoposídeo, a fluorouracila, o tartarato de vinorelbina, a doxorrubicina, a ciclofosfamida, o paclitaxel ou o docetaxel. O esquema com aprepitante consistiu de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia em associação com 32 mg IV de ondansetron e 12 mg de dexametasona por via oral (VO) no 1º dia e 8 mg VO de dexametasona 1x/dia do 2º ao 4º dia. A terapia-padrão foi composta de placebo em associação com 32 mg IV de ondansetron e 20 mg VO de dexametasona no 1º dia e 8 mg VO de dexametasona 2x/dia do 2º ao 4º dia. A atividade antiemética de EMEND foi avaliada no 1º ciclo durante a fase aguda (0 a 24 horas após o tratamento com a cisplatina), a fase tardia (25 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina) e pelo período total (0 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina). A eficácia baseou-se na avaliação das seguintes medidas compostas: resposta completa (definida como ausência de episódios de vômitos e ausência de uso de terapia de resgate); proteção completa (definida como ausência de episódios de vômitos, ausência de terapia de resgate e pontuação máxima de náusea <25 mm na escala analógica visual [EAV]); impacto das náuseas e vômitos na vida cotidiana (pontuação total >108 no IVFE [Índice de Vida Funcional-Êmese]). A eficácia também se baseou nas seguintes medidas individuais de eficácia: ausência de vômitos (definida como ausência de episódios de vômitos, independentemente do uso de terapia de resgate); ausência de náusea significativa (EAV máxima <25 mm). Os resultados foram avaliados separadamente para cada estudo e para os 2 estudos combinados. A Tabela 1 mostra um resumo dos principais resultados dos estudos da análise combinada.

+ Esquema com aprepitante: EMEND 125 mg VO no 1º dia e 80 mg VO 1x/dia no 2º e no 3º dia + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 12 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 1x/dia do 2º ao 4º dia.
++ Terapia-padrão: placebo + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 20 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 2x/dia do 2º ao 4º dia.
N: número de pacientes que receberam a cisplatina e o medicamento em estudo e que fizeram pelo menos uma avaliação de eficácia após o tratamento.
Total: 0 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina.
§ Fase aguda: 0 a 24 horas após o tratamento com a cisplatina. Fase tardia: 25 a 120 horas após o tratamento com a cisplatina. Variação da pontuação na Escala Analógica Visual (EAV): 0= ausência de náusea; 100= pior náusea possível.
Na análise combinada, uma proporção significativamente maior do ponto de vista estatístico dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo apresentou resposta completa e proteção completa em comparação com os que receberam a terapia-padrão. Observou-se diferença estatisticamente significativa na resposta completa e na proteção completa em pacientes tratados com o esquema com aprepitante durante as fases aguda e tardia do 1º ciclo em comparação com os que receberam a terapia-padrão. Esses achados também foram observados em cada um dos 2 estudos quando analisados individualmente. Na análise combinada, uma parcela significativamente maior do ponto de vista estatístico dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo não apresentou vômitos em comparação com os que receberam a terapia-padrão. Observou-se diferença estatisticamente significativa na ausência de vômitos em pacientes tratados com o esquema com aprepitante durante as fases aguda e tardia do 1º ciclo em comparação com os pacientes tratados com a terapia-padrão. Esses achados também foram observados em cada um dos 2 estudos individualmente. Além disso, na análise combinada, independentemente do uso da terapia de resgate, uma parcela significativamente maior do ponto de vista estatístico de pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo não apresentou náusea significativa no período total nem na fase tardia em comparação com os pacientes que receberam a terapia-padrão. O impacto de náuseas e vômitos na vida cotidiana dos pacientes foi avaliado por meio do IVFE, uma medida de resultado relatada por paciente já validada. Na análise combinada, uma proporção significativamente maior do ponto de vista estatístico de pacientes tratados com o esquema com aprepitante no 1º ciclo não relatou nenhum impacto das náuseas e vômitos na vida cotidiana, conforme medido pela pontuação total do IVFE >108, em comparação com os pacientes que receberam a terapia-padrão. Esses achados também foram observados em cada um dos 2 estudos individualmente. Na análise combinada, a estimativa do tempo para a primeira êmese após o início do tratamento com a cisplatina foi significativamente (p< 0,001) mais alta com o esquema com aprepitante e a incidência da primeira êmese foi menor no grupo tratado com o esquema com aprepitante do que no grupo que recebeu terapia-padrão, como mostra a Figura 1.

Esquema com aprepitante: EMEND 125 mg VO no 1º dia e 80 mg VO 1x/dia no 2º e no 3º dia + ondansetron
32 mg IV e dexametasona 12 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 1x/dia do 2º ao 4º dia.
Terapia-padrão: placebo + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 20 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 2x/dia do 2º ao 4º dia.
Extensão com Ciclos Múltiplos: nos mesmos 2 estudos clínicos, 851 pacientes continuaram a participar durante a extensão com Ciclos Múltiplos por até 6 ciclos de quimioterapia; a eficácia do esquema com aprepitante foi mantida durante todos os ciclos. A Figura 2 mostra as taxas de resposta obtidas na análise combinada para a avaliação final de ausência de vômitos e ausência de náusea significativa durante os 6 ciclos de quimioterapia após o início da terapia com cisplatina. Do 2º ao 6º ciclo, a avaliação final de ausência de náusea significativa foi determinada pela resposta a um questionamento direto e não pelo uso da EAV empregada no 1º ciclo.

Esquema com aprepitante: EMEND 125 mg VO no 1º dia e 80 mg VO 1x/dia no 2º e no 3º dia + ondansetron
32 mg IV e dexametasona 12 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 1x/dia do 2º ao 4º dia. Terapia-padrão: placebo + ondansetron 32 mg IV e dexametasona 20 mg VO no 1º dia e dexametasona 8 mg VO 2x/dia do 2º ao 4º dia.
INDICAÇÕES: EMEND, em associação com outros antieméticos, é indicado para a prevenção de náuseas e vômitos agudos e tardios associados a ciclos iniciais e repetidos de quimioterapia antineoplásica altamente emetogênica, incluindo cisplatina em dose elevada. CONTRA-INDICAÇÕES: EMEND é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto. EMEND não deve ser administrado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição da isoenzima 3A4 do citocromo P450 (CYP3A4) pelo aprepitante pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que pode causar reações graves ou potencialmente fatais (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). PRECAUÇÕES: EMEND deve ser usado com cautela em pacientes tratados concomitantemente com medicamentos metabolizados principalmente pela CYP3A4; alguns agentes quimioterápicos são metabolizados pela CYP3A4 (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A inibição da CYP3A4 pelo aprepitante pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos concomitantes (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A administração concomitante de EMEND com varfarina resulta na diminuição do tempo de protrombina, expresso como INR (Razão Normalizada Internacional). Em pacientes sob tratamento crônico com a varfarina, o tempo de protrombina (INR) deve ser atentamente monitorado para estabelecer e manter a dose necessária de varfarina após o término do esquema de 3 dias com EMEND em cada ciclo de quimioterapia (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). A eficácia dos contraceptivos orais durante a administração crônica de EMEND pode ser reduzida. Embora o esquema de 3 dias com EMEND administrado concomitantemente com contraceptivos orais ainda não tenha sido estudado, um método contraceptivo alternativo ou adicional (de back-up) deve ser usado (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS). GRAVIDEZ: Não há estudos adequados e bem-controlados em mulheres grávidas. EMEND deve ser usado durante a gravidez apenas se o benefício potencial justificar o possível risco para a mãe e o feto. NUTRIZES: O aprepitante é excretado no leite de ratas em fase de amamentação. Não se sabe se esse fármaco é excretado no leite humano. Como muitos fármacos são excretados no leite humano e em razão dos possíveis efeitos adversos de EMEND em crianças lactentes, a decisão entre parar a amamentação ou descontinuar a administração do medicamento deve ser tomada levando-se em conta a importância do uso do medicamento para a mãe. USO PEDIÁTRICO: Ainda não foram estabelecidas a segurança e a eficácia de EMEND em pacientes pediátricos. USO EM IDOSOS: Em estudos clínicos, a eficácia e a segurança de EMEND em idosos (&Mac179;65 anos de idade) foram equivalentes às observadas em pacientes mais jovens (<65 anos); portanto, não é necessário ajustar a dose para pacientes idosos. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: O aprepitante é um substrato, um inibidor moderado e um indutor da CYP3A4, além de ser também indutor da CYP2C9. Efeito do aprepitante sobre a farmacocinética de outros medicamentos
Por ser um inibidor moderado da CYP3A4, o aprepitante pode aumentar as concentrações plasmáticas de medicamentos que são metabolizados por essa isoenzima caso eles sejam administrados concomitantemente. EMEND não deve ser administrado concomitantemente com pimozida, terfenadina, astemizol ou cisaprida. A inibição da CYP3A4 pelo aprepitante pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, o que pode causar reações graves ou potencialmente fatais (veja CONTRA-INDICAÇÕES). Demonstrou-se que o aprepitante induz o metabolismo da S(-) varfarina e da tolbutamida, as quais são metabolizadas pela CYP2C9. A administração concomitante de EMEND com esses fármacos ou outros que são sabidamente metabolizados pela CYP2C9, tais como a fenitoína, pode resultar em diminuição das concentrações plasmáticas desses fármacos. É improvável que ocorra interação de EMEND com fármacos que são substratos para o transportador da glicoproteína P, conforme demonstrado pela ausência de interação de EMEND com a digoxina em um estudo clínico de interações medicamentosas. Antagonistas da 5-HT3: em estudos clínicos de interações medicamentosas, o aprepitante não apresentou efeitos clinicamente importantes sobre a farmacocinética do ondansetron ou do granisetron. Corticosteróides: Dexametasona: os esquemas de 125 mg de EMEND concomitantemente com 20 mg VO de dexametasona no 1º dia e 80 mg/dia de EMEND concomitantemente com 8 mg VO de dexametasona do 2º ao 5º dia aumentaram 2,2 vezes a AUC da dexametasona, um substrato da CYP3A4, no 1º e no 5º dia. As doses orais usuais de dexametasona devem ser reduzidas cerca de 50% quando administradas concomitantemente com EMEND para que possa haver exposição de dexametasona semelhante à obtida na administração sem EMEND. A dose diária de dexametasona usada em estudos clínicos com EMEND reflete uma redução aproximada de 50% de seu valor (veja POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO). Metilprednisolona: a administração de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia aumentou a AUC da metilprednisolona, um substrato da CYP3A4, 1,3 e 2,5 vezes no 1º e no 3º dia, respectivamente, quando a metilprednisolona foi administrada concomitantemente por via IV na dose de 125 mg no 1º dia e por via oral na dose de 40 mg no 2º e no 3º dia. A dose usual de metilprednisolona IV e VO deve ser reduzida cerca de 25% e 50%, respectivamente, quando administrada concomitantemente com EMEND para que possa haver exposição de metilprednisolona semelhante à obtida na administração sem EMEND. Quimioterápicos: em estudos clínicos, EMEND foi administrado com os seguintes agentes quimioterápicos metabolizados principal ou parcialmente pela CYP3A4: etoposídeo, vinorelbina, docetaxel e paclitaxel. As doses desses agentes não foram ajustadas para compensar as possíveis interações medicamentosas, entretanto recomenda-se cautela e pode ser adequado realizar monitoração adicional em pacientes tratados com esses agentes (veja PRECAUÇÕES). Varfarina: administrou-se uma dose única de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia a indivíduos saudáveis estabilizados em tratamento crônico com a varfarina. Embora não tivesse sido observado efeito de EMEND sobre a AUC plasmática de R(+) ou S(-) varfarina (um substrato da CYP2C9) no 3º dia, ocorreu diminuição de 34% da concentração mínima de S(-) varfarina, acompanhada de diminuição de 14% do tempo de protrombina (expresso como INR), 5 dias após o término da administração de EMEND. Em pacientes sob tratamento crônico com a varfarina, o tempo de protrombina (INR) deve ser atentamente monitorado para estabelecer e manter a dose necessária de varfarina após o término do esquema de 3 dias com EMEND em cada ciclo de quimioterapia. Tolbutamida: administração de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia diminuiu a AUC da tolbutamida (um substrato da CYP2C9) em 23% no 4º dia, 28% no 8º dia e 15% no 15º dia quando uma dose única de 500 mg de tolbutamida foi administrada oralmente antes da administração de um esquema de três dias de EMEND e no 4º, 8º e 15º dias. Contraceptivos orais: a administração de cápsulas de 100 mg de aprepitante uma vez ao dia por 14 dias com um contraceptivo oral contendo 35 mcg de etinilestradiol e 1 mg de noretindrona diminuiu a AUC do etinilestradiol em 43% e da noretindrona em 8%; portanto, a eficácia dos contraceptivos orais durante a administração de EMEND pode ser reduzida. Embora um esquema de 3 dias com EMEND concomitantemente com contraceptivos orais ainda não tenha sido estudado, deve-se utilizar um método contraceptivo alternativo ou adicional (de back-up). Midazolam: EMEND aumentou a AUC do midazolam, um substrato sensível da CYP3A4, 2,3 e 3,3 vezes no 1º e no 5º dia, respectivamente, quando se administrou concomitantemente uma dose única oral de 2 mg de midazolam no 1º e no 5º dia com o esquema de 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia do 2º ao 5º dia. Os possíveis efeitos do aumento da concentração plasmática do midazolam ou de outros benzodiazepínicos metabolizados pela CYP3A4 (alprazolam, triazolam) devem ser considerados quando esses agentes forem administrados concomitantemente com EMEND. Em outro estudo com administração intravenosa de midazolam, foi administrado 125 mg de EMEND no 1º dia e 80 mg/dia no 2º e no 3º dia em combinação com 2 mg de midazolam IV antes da administração do esquema de três dias de EMEND e no 4º, 8º e 15º dias. EMEND aumentou a AUC do midazolam em 25% no 4º dia e diminuiu a AUC do midazolam em 19% no 8º dia referente à dose de EMEND do 1º ao 3º dia. Esses efeitos não são considerados clinicamente importantes. A AUC do midazolam no 15º dia foi semelhante à observada no período basal. Efeito de outros agentes sobre a farmacocinética do aprepitante O aprepitante é um substrato da CYP3A4; portanto, a administração concomitante de EMEND com fármacos que inibem a atividade dessa enzima pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas do aprepitante. Conseqüentemente, deve-se ter cuidado ao administrar EMEND concomitantemente com inibidores potentes da CYP3A4 (p. ex., cetoconazol). A administração concomitante de EMEND com inibidores moderados da CYP3A4 (p. ex., diltiazem), no entanto, não resulta em alterações clinicamente significativas nas concentrações plasmáticas do aprepitante. O aprepitante é um substrato da CYP3A4; portanto, a administração concomitante de EMEND com fármacos que são indutores potentes da atividade dessa enzima (p. ex., rifampicina) pode resultar na diminuição das concentrações plasmáticas do aprepitante, o que pode causar redução da eficácia de EMEND. Cetoconazol: após a administração de dose única de 125 mg de EMEND no 5º dia de um esquema de 10 dias de 400 mg/dia de cetoconazol, um potente inibidor da CYP3A4, a AUC do aprepitante aumentou cerca de 5 vezes e sua meia-vida terminal média aumentou aproximadamente 3 vezes. Deve-se ter cuidado ao administrar concomitantemente EMEND com inibidores potentes da CYP3A4. Rifampicina: após a administração de uma dose única de 375 mg de EMEND no 9º dia de um esquema de 14 dias de 600 mg/dia de rifampicina, um potente indutor da CYP3A4, a AUC do aprepitante diminuiu cerca de 11 vezes e sua meia-vida terminal média diminuiu aproximadamente 3 vezes. A administração concomitante de EMEND com fármacos que induzem a atividade da CYP3A4 pode resultar na redução da concentração plasmática e da eficácia de EMEND. Outras interações: Diltiazem: em pacientes com hipertensão leve a moderada, a administração de dose única diária de aprepitante na forma farmacêutica comprimido comparável a 230 mg da apresentação cápsula com 120 mg de diltiazem 3 vezes ao dia durante 5 dias resultou em aumento de 2 vezes da AUC do aprepitante e aumento simultâneo de 1,7 vez da AUC do diltiazem. Esses efeitos farmacocinéticos não resultaram em alterações clinicamente significativas de ECG, freqüência cardíaca ou pressão arterial, além das alterações induzidas apenas pelo diltiazem. Paroxetina: a administração concomitante de dose única diária de comprimidos de aprepitante na apresentação comprimido comparável a 85 mg ou 170 mg da apresentação cápsula com 20 mg de paroxetina 1x/dia resultou em cerca de 25% e 20% de diminuição da AUC e da Cmáx, respectivamente, tanto do aprepitante como da paroxetina.
REAÇÕES ADVERSAS: O perfil de segurança geral do aprepitante foi avaliado em cerca de 3.300 indivíduos. Em 2 estudos clínicos bem-controlados em pacientes tratados com quimioterapia antineoplásica altamente emetogênica, 544 pacientes foram tratados com aprepitante no 1º ciclo da quimioterapia, dos quais 413 continuaram a participar durante a extensão com Ciclos Múltiplos por até 6 ciclos de quimioterapia. EMEND foi administrado com ondansetron e dexametasona (esquema com aprepitante) e, em geral, foi bem-tolerado. A maioria das experiências adversas relatadas nesses estudos clínicos foi descrita como de intensidade leve a moderada. No 1º ciclo foram relatadas experiências adversas clínicas relacionadas ao medicamento por aproximadamente 17% dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante em comparação com cerca de 13% dos que receberam a terapia-padrão. O aprepitante foi descontinuado em conseqüência de experiências adversas clínicas relacionadas ao medicamento por 0,6% dos pacientes tratados com o esquema com aprepitante em comparação com 0,4% dos que receberam a terapia-padrão. As experiências adversas relacionadas ao medicamento mais comumente observadas em pacientes tratados com o esquema com aprepitante foram: soluços (4,6%), astenia/fadiga (2,9%), ALT elevada (2,8%), constipação (2,2%), cefaléia (2,2%) e anorexia (2,0%). As seguintes experiências adversas relacionadas ao medicamento foram observadas em pacientes tratados com o esquema com aprepitante a uma incidência maior do que a verificada nos indivíduos que receberam a terapia-padrão: [Comum (>1/100, <1/10); Incomum (>1/1.000, <1/100)] Distúrbios do sistema linfático e sangüíneos. Incomum: anemia. Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum: anorexia. Incomum: ganho de peso. Distúrbios psiquiátricos: Incomum: desorientação, euforia. Distúrbios do sistema nervoso. Comum: cefaléia. Incomum: tontura, alteração dos sonhos. Distúrbios oculares: Incomum: conjuntivite. Distúrbios do ouvido e labirinto: Incomum: zumbido. Distúrbios cardíacos: Incomum: bradicardia. Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais. Comum: soluços. Incomum: faringite, espirro. Distúrbios gastrintestinais: Comum: constipação, diarréia, dispepsia. Incomum: náusea, refluxo ácido, disgeusia, desconforto epigástrico, obstipação, doença do refluxo gastroesofágico, úlcera duodenal perfurada, vômitos. Distúrbios dos tecidos cutâneo e subcutâneo: Incomum: erupções cutâneas, acne, fotossensibilidade. Distúrbios renais e urinários: Incomum: poliúria. Distúrbios gerais e condições no local da administração: Comum: astenia/fadiga. Incomum: dor abdominal, edema, rubor. Exames: Comum: ALT elevada, AST elevada. Incomum: fosfatase alcalina elevada, hiperglicemia, hematúria microscópica, hiponatremia. O perfil de experiências adversas na extensão com Ciclos Múltiplos por até 6 ciclos de quimioterapia foi, em geral, semelhante ao observado no 1º ciclo. Em outros estudos clínicos, foram relatados casos isolados de experiências adversas graves. Foi relatada síndrome de Stevens-Johnson em um paciente que recebia aprepitante junto a quimioterapia antineoplásica em um outro estudo de náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia (NVIQ). Foram relatados angioedema e urticária em um paciente tratado com aprepitante em um estudo não-NVIQ. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO EMEND é administrado por 3 dias como parte de um esquema que inclui um corticosteróide e um antagonista da 5-HT3. A dose recomendada de EMEND é de 125 mg por via oral (VO) 1 hora antes da quimioterapia (1º dia) e 80 mg/dia na manhã do 2º e do 3º dia. Nos estudos clínicos, foi utilizado o seguinte esquema:

+ EMEND foi administrado por via oral 1 hora antes da quimioterapia no 1º dia e na manhã do 2º e do 3º dia.
++ A dexametasona foi administrada 30 minutos antes da quimioterapia no 1º dia e na manhã do 2º ao 4º dia; a dose de dexametasona foi escolhida para compensar as interações medicamentosas.
O ondansetron foi administrado 30 minutos antes da quimioterapia no 1º dia.
Veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS para mais informações sobre a administração de EMEND com corticosteróides e outros antieméticos EMEND pode ser tomado com ou sem alimentos. Não é necessário ajustar a dose para idosos. Não é necessário ajustar a dose de acordo com o sexo ou a raça. Não é necessário ajustar a dose para pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina <30 mL/min) ou pacientes com doença renal em estágio terminal submetidos a hemodiálise. Não é necessário ajustar a dose para pacientes com insuficiência hepática leve a moderada (escore de Child-Pugh de 5 a 9). Não existem dados clínicos para pacientes com insuficiência hepática grave (pontuação de Child-Pugh >9). SUPERDOSAGEM: Não há informações disponíveis sobre o tratamento da superdosagem com EMEND. Doses únicas de até 600 mg de aprepitante foram, em geral, bem-toleradas em indivíduos saudáveis. O aprepitante normalmente foi bem-tolerado quando administrado em dose única diária de 375 mg por até 42 dias a pacientes em estudos não-NVIQ. Em 33 pacientes com câncer, a administração de uma dose única de 375 mg de aprepitante no 1º dia e 250 mg 1x/dia do 2º ao 5º dia foi, em geral, bem tolerada. Foram relatadas sonolência e cefaléia em um paciente que tomou 1.440 mg de aprepitante. No caso de superdosagem, EMEND deve ser descontinuado e deve ser instituído um tratamento de suporte geral com monitoração do paciente. Em razão da atividade antiemética do aprepitante, os vômitos induzidos por medicamento podem não ser eficazes. O aprepitante não é removido por hemodiálise. PACIENTES IDOSOS: Em estudos clínicos, a eficácia e a segurança de EMEND em idosos (&Mac179;65 anos de idade) foram equivalentes às observadas em pacientes mais jovens (<65 anos); portanto, não é necessário ajustar a dose para pacientes idosos. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Registro MS - 1.0029.0113. * Marca registrada de Merck & Co., Inc., Whitehouse Station, NJ, EUA. |
|
| Durogesic® fentanil transdérmico |
|
Forma farmacêutica e apresentações: Embalagens com 5 adesivos de 2,5 mg, 5 mg, 7,5 mg ou 10 mg de fentanila, correspondentes, respectivamente, à liberação de 25 µg/h, 50 µg/h, 75 µg/h ou 100 µg/h de fentanila por via transdérmica. Uso adulto. Indicações e posologia: Dor crônica e de difícil manejo que necessite analgesia com opióides. A dose deve ser individualizada, de acordo com a condição do paciente e o uso prévio de opióides. O adesivo de Durogesic® deve ser aplicado no dorso ou nos braços, em uma área plana de pele não irritada e não irradiadada, limpa apenas com água, seca e sem pelos (cortados e não raspados), e substituído a cada 3 dias. Em pacientes virgens de tratamento com opióides, deve-se iniciar com a dose mais baixa (adesivos de 25 µg/h). Em pacientes que já usam opióides, deve-se converter a dose prévia de analgésicos necessária em 24 hs à dose oral equianalgésica de morfina (tabela detalhada de conversão disponível na bula integral) - 90 mg/dia de morfina oral equivalem a 25 µg/h de Durogesic®. Após a aplicação do adesivo, o tratamento analgésico anterior deve ser descontinuado gradativamente. Em razão do aumento gradual da concentração plasmática de fentanila, a avaliação do efeito analgésico de Durogesic® só é possível após 24 horas de uso do adesivo, e o ajuste de dose, após 3 dias. A titulação deve ser feita com aumentos de 25 µg/h de Durogesic®. Para doses superiores a 100 µg/h, pode ser usado mais de um adesivo. Quando a dose de Durogesic® for superior a 300 µg/h, alguns pacientes podem necessitar métodos adicionais ou alternativos de administração de opióides. Contra-indicações: Hipersensibilidade à fentanila ou aos adesivos; dor branda ou intermitente; dor aguda ou pós-operatória. Precauções e advertências: Os adesivos não devem ser cortados ou danificados, para evitar a liberação não controlada de fentanila. Pacientes com reações adversas graves devem ser monitorizados durante 24 horas após a remoção do adesivo, pois as concentrações plasmáticas baixam progressivamente (50% em cerca de 17 hs). Recomenda-se monitorar a respiração, pois, como qualquer opióide, Durogesic® pode produzir hipoventilação (relacionada à dose). Cautela em pacientes com: doença pulmonar obstrutiva crônica, aumento da pressão intracranina, alteração de consciência, coma, tumor cerebral, bradicardia, doença hepática ou febre. Evitar calor direto no local de aplicação do adesivo. Gravidez e lactação: a segurança na gravidez não está estabelecida; Durogesic® não é recomendado em lactantes, pois passa para o leite. Durogesic® pode prejudicar a atenção e capacidade de dirigir e operar máquinas. Interações medicamentosas: Risco de sedação profunda, coma, hipoventilação e hipotensão, por efeito aditivo com: outros depressores do SNC, inibidores potentes do CYP 450 3A4 (itraconazol, ritonavir), anticolinérgicos, antidiarreicos (aumento de constipação), antihipertensivos, inibidores da MAO, bloqueadores neuromusculares. Reações adversas: hipoventilação, náusea, vômitos, constipação, hipotensão, bradicardia, sonolência, confusão mental, alucinações, euforia, exantema, prurido, retenção urinária, dor abdominal, cefaléia, arritmia, xerostomia, anorexia, diarréia, dispepsia, flatulência, astenia, tontura, nervosismo, ansiedade, depressão, tremor, ataxia, disartria, agitação, parestesia, amnésia, síncope, reação paranóide, pesadelos, dispnéia, apnéia, hemoptise, sudorese. Estas reações em geral desaparecem 24 hs após a retirada do adesivo. Venda sob prescrição controlada em receituário especial (formulário A), com retenção da receita. Reg. MS -1.1236.0027. Informações adicionais para prescrição: vide bula completa. INFOC 0800.7013017 - www.janssencilag.com.br Cód: R-622809/1.
|
|
| Vfend® voriconazol |
|
Documento Resumido do Produto
VFEND® e VFEND® IV
(voriconazol)
VFEND® é um agente antifúngico triazólico de amplo espectro para uso sistêmico. Indicações: tratamento de aspergilose invasiva; infecções invasivas graves por Candida resistentes ao fluconazol (incluindo C. krusei); infecções fúngicas graves causadas por Scedosporium spp. e Fusarium spp. Deverá ser administrado principalmente a pacientes imunocomprometidos com infecções progressivas e passíveis de causar a morte. Contra-indicações: pacientes com conhecida hipersensibilidade ao voriconazol ou a qualquer um dos componentes da fórmula; co-administração de substratos do CYP3A4, tais como terfenadina, astemizol, cisaprida, pimozida ou quinidina; co-administração com rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, alcalóides do ergot e sirolimus. Advertências e precauções: prescrição a pacientes com hipersensibilidade a outros agentes azólicos deve ser feita com cautela. Toxicidade hepática: ocorreram reações hepáticas transitórias, incluindo hepatite e icterícia em pacientes sem outros fatores de risco identificáveis. A disfunção hepática foi normalmente reversível com a descontinuação do tratamento. Pacientes no início do tratamento e pacientes que apresentam teste de função hepática alterado durante o tratamento devem ser monitorados com regularidade quanto ao desenvolvimento de lesões hepáticas mais graves. Eventos adversos renais: foi observada insuficiência renal aguda em pacientes em estado grave submetidos ao tratamento. Os pacientes devem ser monitorados quanto ao desenvolvimento de alterações na função renal. Reações dermatológicas: caso haja desenvolvimento de rash, os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente e VFEND® deve ser descontinuado no caso das lesões progredirem. VFEND® foi associado com reações de fotossensibilidade cutânea, especialmente durante tratamento prolongado. Recomenda-se que os pacientes sejam informados a evitarem a luz solar durante o tratamento. Uso durante a gravidez: não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o benefício para a mãe supere claramente o risco potencial para o feto. As mulheres com potencial para engravidar devem sempre utilizar um método contraceptivo eficaz durante o tratamento. Uso durante a lactação: a amamentação deve ser interrompida ao iniciar o tratamento. Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas: o voriconazol pode causar alterações transitórias e reversíveis na visão, incluindo visão embaçada, aumento ou alteração da percepção visual e/ou fotofobia, por isso deve-se evitar tarefas potencialmente perigosas, como dirigir ou operar máquinas, enquanto estiverem apresentando estes sintomas. Interações medicamentosas: quando o tratamento for iniciado em pacientes que já estejam recebendo ciclosporina, recomenda-se que a dose de ciclosporina seja reduzida pela metade e que o nível de ciclosporina seja cuidadosamente monitorado. Quando o tratamento for iniciado em pacientes que já estejam recebendo tacrolimus, recomenda-se que a dose de tacrolimus seja reduzida para 1/3 da dose original e que o nível de tacrolimus seja cuidadosamente monitorado. Quando o voriconazol for descontinuado, os níveis de tacrolimus ou ciclosporina devem ser cuidadosamente monitorados e a dose deve ser aumentada, conforme a necessidade. Recomenda-se cuidadosa monitoração do tempo de protrombina, quando a varfarina e o voriconazol forem co-administrados. Se pacientes recebendo derivados cumarínicos forem tratados simultaneamente com voriconazol, o tempo de protrombina deve ser monitorado em curtos intervalos de tempo e o regime posológico dos anticoagulantes deve ser ajustado apropriadamente. Recomenda-se cuidadosa monitoração da glicose sanguínea, durante a co-administração de voriconazol e sulfoniluréias. Recomenda-se que um ajuste da dose de estatinas e benzodiazepínicos seja considerado, durante a co-administração com voriconazol. O voriconazol pode aumentar as concentrações plasmáticas de alcalóides da vinca e levar a neurotoxicidade. O uso concomitante de voriconazol e fenitoína ou com rifabutina deve ser evitado, a menos que o benefício supere o risco. Quando o tratamento com voriconazol for iniciado em pacientes que já estejam recebendo o omeprazol, recomenda-se que a dose de omeprazol seja reduzida à metade. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados quanto à qualquer ocorrência de toxicidade ao fármaco e/ou perda de eficácia durante a co-administração do voriconazol e de inibidores da protease do HIV ou voriconazol e INNTRs (inibidores não-nucleosídeos da transcriptase reversa). Reações adversas: febre, cefaléia, dor abdominal, hipotensão, tromboflebite, flebite, náusea, vômitos, diarréia, trombocitopenia, anemia, leucopenia, pancitopenia, púrpura, edema periférico, tontura, alucinações, confusão, depressão, ansiedade, tremor, agitação, parestesia, síndrome de angústia respiratória, edema pulmonar, sinusite, rash, distúrbios visuais, insuficiência renal aguda, hematúria. Os distúrbios oculares relacionados com o tratamento com voriconazol são freqüentes. Caso os pacientes desenvolvam rash, eles devem ser monitorados cuidadosamente e VFEND® deve ser descontinuado se as lesões progredirem. Foram relatadas reações de fotossensibilidade especialmente em tratamentos de longo prazo. O voriconazol tem sido associado esporadicamente a casos de toxicidade hepática grave em pacientes com outras condições graves de base. Isto inclui casos de icterícia e casos raros de hepatite e insuficiência hepática que ocasionaram óbito. Reações relacionadas com a infusão: durante a infusão em indivíduos sadios ocorreram reações do tipo anafilactóide, incluindo rubor, febre, transpiração, taquicardia, opressão torácica, dispnéia, desmaios, náuseas, prurido e rash, imediatamente após a infusão. Posologia: VFEND® IV - deve ser reconstituído e diluído antes da administração por infusão intravenosa (vide bula completa do produto). Não administrar por injeção em bolus. Adultos e Crianças de 2 a <12 anos de idade: Regime de dose de ataque (primeiras 24 horas): 6 mg/kg a cada 12 horas. Dose de manutenção (após as primeiras 24 horas): 4 mg/kg, 2 vezes ao dia. Ajuste de dose: se os pacientes não tolerarem o tratamento de 4 mg/kg, 2 vezes ao dia, reduzir a dose intravenosa para 3 mg/kg, 2 vezes ao dia. A duração do tratamento depende da resposta clínica e micológica dos pacientes. VFEND® oral - deve ser administrado pelo menos uma hora antes ou uma hora após a refeição. Adultos: Regime de dose de ataque (primeiras 24 horas) - Pacientes com 40 kg ou mais: 400 mg a cada 12 horas. Pacientes com menos de 40 kg: 200 mg a cada 12 horas. Dose de manutenção (após as primeiras 24 horas) - Pacientes com 40 kg ou mais: 200 mg, 2 vezes ao dia. Pacientes com menos de 40 kg: 100 mg duas vezes ao dia. Ajuste de dose: caso a resposta do paciente seja inadequada, a dose de manutenção deve ser aumentada para 300 mg, 2 vezes ao dia. Para os pacientes pesando menos de 40 kg, a dose oral deve ser aumentada para 150 mg, 2 vezes ao dia. A duração do tratamento depende da resposta clínica e micológica dos pacientes. Crianças de 2 a <12 anos de idade: Regime de dose de ataque (primeiras 24 horas): 6 mg/kg a cada 12 horas. Dose de manutenção (após as primeiras 24 horas): 4 mg/kg, 2 vezes ao dia. Adolescentes (12 a 16 anos de idade): devem seguir o regime posológico indicado para os adultos. Instruções para administração: vide bula completa do produto. Superdosagem: não há antídoto conhecido para o voriconazol. Em caso de superdosagem, a hemodiálise pode contribuir na remoção do voriconazol e do SBECD (veículo intravenoso) do organismo. Apresentações: VFEND® IV - embalagens contendo 1 frasco-ampola de 200 mg de voriconazol. VFEND® oral - comprimidos revestidos de 50 e 200 mg em embalagens contendo 14 unidades. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS DE IDADE. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto (viv02b e vfd02). Documentação científica e informações adicionais estão à disposição da classe médica mediante solicitação. Laboratórios Pfizer Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1860, Chácara Santo Antônio, São Paulo, SP CEP 04717-904. Tel.: 0800-167575. Internet: www.pfizer.com.br - Vfend®IV e Vfend® - Reg. MS - 1.0216.0090
|
|
| Piperacilina Sódica + Tazobactama Sódica - Medicamento Genérico Lei 9787/99 |
|
Documento Resumido do Produto
Para detalhes, vide bula do produto- - USO ADULTO, Uso intravenoso exclusivo, frasco-ampola. COMPOSIÇÃO E FORMA TERAPÊUTICA: 2,25g [Piperacilina 2g (2,085 g de Piperacilina sódica) /Tazobactama 250 mg (269,20 mg de Tazobactama Sódica)]; 4,5g [Piperacilina 4g (4,17 g de Piperacilina sódica) / Tazobactama 500 mg (538,40 mg de Tazobactama Sódica)]. INDICAÇÃO TERAPÊUTICA: Infecções bacterianas sistêmicas e/ou locais em trato respiratório inferior, trato urinário, intra-abdominais, pele e estruturas, septicemia bacteriana, ginecológicas, pacientes neutropênicos (associado à aminoglicosídeos), osteo-articulares, polimicrobianas (organismos aeróbicos e anaeróbicos: pele e suas estruturas, intra-abdominal, trato respiratório superior e inferior, ginecológico). Organismos sensíveis à piperacilina e produtores de b-lactamase. Infecções mistas e tratamento presuntivo de infecções graves (terapia antimicrobiana deve ser ajustada com resultados de cultura e testes de sensibilidade realizados antes do tratamento para a identificação dos organismos causadores da infecção). Sinergia com aminoglicosídeos contra certas cepas de Pseudomonas aeruginosa (combinação efetiva em doses terapêuticas completas em pacientes com comprometimento imunológico). CONTRA-INDICAÇÕES: Hipersensibilidade a piperacilina sódica, tazobactam Sódico, pecinilinas e/ou cefalosporinas ou inibidores da b- lactamase. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Hipersensibilidade grave/anafilaxia (história de sensibilidade a múltiplos alérgenos); reações graves de hipersensibilidade com cefalosporina (investigação sobre hipersensibilidade prévia a penicilinas, cefalosporinas e outros alérgenos.). Se reação alérgica grave durante o tratamento, suspender o antibiótico e instituir terapia adequada como epinefrina e outras medidas de emergência. Possível colite pseudomembranosa induzida por antibiótico (risco de vida) se diarréia grave e persistente (retirar antibiótico e iniciar terapia adequada). Não utilizar inibidores do peristaltismo. Monitorização das funções renal, hepática e hematopoiética durante tratamento prolongado. Em insuficiência renal pode ocorrer manifestações hemorrágicas (com anormalidades nos testes de coagulação) e o antibiótico deve ser suspenso com início de tratamento apropriado. Durante tratamento prolongado, possível superinfecções com organismos resistentes. Se doses superiores às recomendadas, pode ocorrer excitabilidade neuromuscular ou convulsões. Considerar teor de sal em dietas com restrição de sal: 2 g / 250 mg corresponde a 4,69 MEQ (108 MG) DE SÓDIO e 4 G / 500 MG a 9,39 MEQ (216 MG) DE SÓDIO. Pacientes com reservas de potássio baixas, terapia citotóxica ou diuréticos devem ser monitorados quanto à hipocalemia. Pacientes tratados por gonorréia (altas doses, curto período de tempo) podem ter sintomas de incubação da sífilis mascarados ou atrasados (qualquer lesão suspeita primária, colher material para exame de campo escuro e exames sorológicos por no mínimo 4 meses). TESTES LABORATORIAIS: Monitorizar função hematopoiética no tratamento prolongado (superior a 21 dias). USO NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO: Tratar mulheres grávidas ou lactantes apenas se benefício terapêutico superar risco à paciente e ao feto. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Probenecida concomitante prolonga a meia-vida e diminui o clearance renal do antibiótico sem alterar o pico de concentração plasmática. Não interação com a vancomicina. Redução da AUC, clearance renal e recaptação urinária da tobramicina (em disfunção renal grave, alteração de parâmetros farmacocinéticos). Inativação de aminoglicosídeos na presença das penicilinas (formação de complexo penicilina-aminoglicosídeo microbiologicamente inativos e de toxicidade desconhecida). Prolongamento de bloqueio neuromuscular do vecurônio quando administração concomitante (relaxante muscular não despolarizante pode ter bloqueio neuromuscular prolongado). SEMPRE administração isolada em soluções intravenosas no uso concomitante com outro antibiótico. Monitorização regular dos parâmetros de coagulação se administração concomitante de altas doses de heparina, anticoagulantes orais e outras drogas afetando sistema de coagulação sangüínea e/ou a função trombocítica. INTERAÇÃO LABORATORIAL: Uso de testes de glicose baseados em reações enzimáticas glicoseoxidase (reação falso-positiva para glicosúria pelo método de redução de cobre). REAÇÕES ADVERSAS: Eventos adversos inespecíficos e relacionados aos seguintes sistemas: nervoso autônomo e central, cardiovascular, gastrintestinal, metabólico e nutricional, músculo- esquelético, coagulação, reprodutor feminino, renal, pulmonar, hipersensibilidade, órgãos do sentido e pele e anexos Eventos adversos relacionados à exames laboratoriais: hematológicos, coagulação, função hepática, função renal, anormalidades eletrolíticas, hiperglicemia e diminuição da proteína total ou albumina. SUPERDOSAGEM: Sem antídoto específico. Medidas médicas intensivas para: excitabilidade motora ou convulsões (agentes anticonvulsivantes); reações alérgicas graves/anafiláticas (anti-histamínicos, corticosteróides, drogas simpatomiméticas e, se necessário, oxigênio e respiração artificial). ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA: Infusão intravenosa lenta (período > 20 a 30 minutos.).Adultos e jovens > 12 anos: 4,5 g de 8/8 horas. Dose depende da gravidade e localização da infecção (variação de 2,25 g a 4,5 g a cada seis, oito ou 12 horas.) Insuficiência renal: Ajuste pelo clearance de creatinina. Duração do tratamento: Infecções agudas, cinco dias e continuar por mais 48 horas após melhora dos sintomas clínicos ou da febre. INSTRUÇÕES PARA RECONSTITUIÇÃO E DILUIÇÃO PARA USO INTRAVENOSO: Não compatível e não deve ser diluído com Ringer lactato. INCOMPATIBILIDADES FARMACÊUTICAS: Não misturar outras substâncias / antibióticos na mesma seringa ou frasco de infusão. Não administrar em soluções com somente bicarbonato de sódio. Não adicionar a sangue e derivados ou a hidrolisados de albumina. USO RESTRITO A HOSPITAIS. Venda sob Prescrição Médica. Registro MS: 1.0043.0810 Farm. Resp.: Dr. Jairo de Almeida Utimi CRF-SP n.º: 20 500. EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA. Av. Vereador José Diniz, 3465, Campo Belo, São Paulo SP. E-mail: euroatende@eurofarma.com.br. CNPJ: 61.190.096/0001-92 Indústria Brasileira CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA 0800 704 3876
|
|
|